quinta-feira, 19 de novembro de 2015

DE TUDO UM POUCO

A MELHOR MANEIRA DE AJUDAR.

         O título acima é de propriedade do Professor de Oxford, , William MacAskill,
de origem escocesa, suponho, admitindo que o Mac sempre distingui o título de nobreza na Escócia. Não sei se faltei à aula de História Geral. Mas se estiver errado que alguém mais cediço que eu possa ajudar-me.
         O certo é que o Professor William, é filosofo, e tem apenas 28 anos de idade, tenso sido publicada sua entrevista nas páginas amarelas da revista Veja desta semana, cuja capa traz o ex-Presidente Lula vestido de uniforme de presidiário. Este detalhe é só para identificar a revista.
         A Filosofia nos direciona para a busca racional dos princípios básicos da vida e do universo, fazendo parte desse binômio, todo ser que respira oxigênio e está integrado ao meio natural em que vive, destacando-se, com supremacia, o Homem ( homus sapien ), razão pela qual tudo gira em sua órbita, desde a Criação do Mundo, quando Deus  criou o gênero humano  e dele as espécies Homem e Mulher, masculino e feminino, macho e fêmea, declarando-os proliferadores da raça humana, quando deu-lhes a ordem de “ crescei e multiplicai-vos “.
         A partir dessa ordem começaram os problemas no Planeta Terra. As populações foram crescendo em quantidade e multiplicando-se em raças e as necessidades materiais desses povos cresciam desordenadamente, na contra-mão dos estoques de bens necessários as suas subsistências.  A lei dos mais fortes levaram populações inteiras a guerrear por alimentos  e outras necessidades básicas, como a habitação, por exemplo. Os vencedores e “ donos do poder “ escravizavam os mais fracos, dando-lhes um mínimo necessário para manterem-se vivos, mas sem dignidade.
         A escravidão, como a corrupção, tem muitos tentáculos e variadas formas de disfarce.  O mundo moderno está ai para testemunhar e afirmar que esse processo continua vivo no Mundo, a exemplo dos países africanos, e o Brasil, representado pelos bolsões de miséria material, caracterizam o mandato do poder, disfarçado de populismo protetor dos pobres. Há, nesse populismo de distribuição de renda, a grande mentira da busca da igualdade social e da elevação do índice da erradicação da pobreza.
         Os programas sociais devem ter a finalidade de poder dar à alguém, mais necessitado, a possibilidade de restabelecer seu “ modus vivendi “, com dignidade, produzindo para seu próprio sustento, e dando resposta positiva à sociedade de contribuição efetiva para o bem comum. Esse “ alguém “ não deve permanecer “ ad eternum “ dependendo da ajuda do Estado ( ente global ), levando-o à inércia, à dependência material, à submissão da vontade de quem dá ou concede, à escravidão social, e outros males sociais. E as gerações futuras desses dependentes, como ficará?
         O Professor e filosofo Dr. William tem razão de insubordinar-se contra essa casta denominada de protetora dos desvalidos. Ai invés de DAR o peixe, ENSINE a pescar. E assim teremos muitos pescadores no futuro. O insigne Professor Dr. Willian tem sobejas razões quando afirma que :  O dinheiro destinado a países pobres ou a ONGs que lá trabalham pode acabar por sustentar regimes corruptos. A transparência é fundamental. Claro, ouso ombrear-me com essa afirmativa, provando que sua tese é fato notório e de amplitude visível. O despautério das empresas e dos ricaços que fizeram o “ desafio do balde de gelo “, convocando outros imbecis para   se auto infringissem  ou doassem dinheiro á pesquisas sobre a esclerose lateral amiotrófica. A doença, afirmo, é conseqüência e pode ser curada. E as causas? Não seria melhor investir nas causas para evitar novas escleroses?
         Afirma o Professor que “ existem programas sociais que salvam vidas, mas também os que promovem os doadores, aliviando-lhes as dores do mea culpa na acumulação de riquezas. O combate à extrema pobreza deve ser prioridade, pois ela está na raiz de outros problemas, como falta de saúde e educação “, afirma o Professor. Não precisa ser o gênio da lâmpada de Aladim para entender que é melhor dar condições à população,  com serviços de saúde de qualidade, onde a sociedade possa buscar o atendimento médico necessário à cura de sua doença; escolas públicas que possam dar resposta à erradicação do analfabetismo, aumentar o conhecimento das crianças, jovens e adolescentes para o enfrentamento futuro no mercado de trabalho. Isso sim, é distribuição de renda. Investir hoje, para ter-se retorno amanhã.
         Enfim, ressalta o Professor William ; “ Se tivesse de escolher uma única causa merecedora de dedicação exclusiva seria a erradicação da pobreza, pois ela está na maioria dos nossos problemas “. É verdade absoluta. Mas qual o gestor público, político ou assemelhado, que tem definido esse propósito?
É mantendo o Bolsa Família com a estrutura atual que vai erradicar essa escravidão social que gera votos e não dignidade? É o programa Minha Casa, Minha Vida, que ao dar abrigo à centenas de desabrigados ou necessitados sociais ( os chamados sem teto ), vai torná-los independentes? Alguns ou todos ganham o Bolsa Familia, ou não ?
         Precisamos, no presente,  formar brasileiros e amapaenses para a sustentação do futuro da Pátria Brasileira e deste Rincão Pátrio, chamado Estado do Amapá.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Para reflexão semanal : “ Quando as pessoas agem movidas pela culpa, não se importam com o destino da doação. Para elas, isso equivale a entrar em um shopping Center e comprar alguma coisa apenas para se sentir melhor “ ( Prof. Dr. William MacAskill, filósofo ).
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


Nenhum comentário:

Postar um comentário

ARTIGO DO GATO - Amapá no protagonismo

 Amapá no protagonismo Por Roberto Gato  Desde sua criação em 1988, o Amapá nunca esteve tão bem colocado no cenário político nacional. Arri...