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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Panorama - Processo seletivo Ifap e Gibicon

 Ifap abre inscrição para 480 vagas em Macapá e Laranjal do Jari

Em seu terceiro Processo Seletivo, o Instituto Federal do Amapá vem se firmando junto aos estudantes de cursos técnicos. No processo de 2013, serão oferecidos 480 vagas distribuídas nos dois campus do Ifap, Macapá (320) e Laranjal do Jari (160). De acordo com a comissão organizadora, a expectativa é a participação de mais de 4.000 candidatos das redes públicas e privadas de ensino amapaense.

No câmpus Macapá são ofertados quatro cursos técnicos nas modalidades integrada e subsequente. São eles: Alimentos, Edificações, Redes de Computadores e Mineração. No câmpus Laranjal do Jari são os cursos técnicos de Informática, Meio Ambiente e Secretariado.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Panorama - 7ª edição da Semana de Conciliação acontece em novembro

por Fabiana Figueiredo

Para que ocorra a conciliação, precisa-se que as duas partes, autor e réu, estejam de acordo. "Não importa de que lado você esteja. Um acordo justo é um acordo bom para todos", diz o texto da Semana Nacional de Conciliação, uma campanha que vem para promover a conciliação, além de acelerar os processos judiciais que, muitas vezes, demoram a ser resolvidos e se acumulam nos prédios de Justiça.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Panorama - Álcool ou Gasolina?


O Tribuna Amapaense mostra que você pode utilizar os 
dois combustíveis juntos no Motor Flex, sem medo!

por Fabiana Figueiredo

Muitos cidadãos possuem veículos flex e ainda não sabem como podem utilizá-los. Para isso, o TA está fazendo esta matéria para tirar muitas dúvidas de como utilizar esse tipo de automóvel.

O veículo do tipo flex possui um motor de combustão interna a quatro tempos (Ciclo Otto), com a capacidade de funcionar com dois tipos de combustíveis, misturados no mesmo tanque, por onde serão queimados. É mais comum encontrar motores que aceitam gasolina e etanol (conhecido como álcool). Acionado por um sensor, os combustíveis são reconhecidos e o motor é ajustado para determinada combustão. Nos carros fabricados no Brasil, a tecnologia foi feita por brasileiros, chegando a cerca de 6 milhões de automóveis rodando até 2008.
Jeremias Pereira, professor e instrutor do curso de Mecânica Automotiva do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), explica que o modelo flex foi uma grande evolução no sistema de injeção automotiva no mercado. "Existem diversos benefícios para quem usa gasolina ou álcool. Mas antes é preciso entender como funciona o motor", afirma o instrutor.

Como funciona?
Segundo informações dadas pelo professor Jeremias, a tecnologia implantada é apta a detectar logo quando se abastece qual combustível está entrando no sistema do veículo. Não tem problema em misturar os dois combustíveis nesse tipo de carro, pois ele é adaptado para a identificação do combustível.

Ele afirma ainda que no motor flex, como ainda se utiliza muito combustível gasolina, se forma na válvula de compressão uma "Crosta" de resíduos acumulados. Para isso, Jeremias aconselha que "a cada 30 dias que você usa a gasolina, escolha uma semana para utilizar o álcool, porque a explosão do álcool é maior e ele tira os resíduos que ficam na válvula, fazendo uma limpeza". 

Professor e instrutor Jeremias Pereira
Com relação a explosão dos combustíveis, o álcool explode com maior intensidade que a gasolina, o que aumenta a potência do veículo, ele fica mais rápido. Porém, o álcool demora a ser processado em temperatura fria, está aí uma desvantagem desse tipo de combustível.

Jeremias afirma que em relação aos preços, no Amapá, a gasolina ainda está mais econômica, por causa da quantidade de combustível consumido entre o álcool e a gasolina - o álcool consome mais combustível do que a gasolina.

O álcool foi adicionado como possibilidade de redução da grande emissão de gases poluentes. Sim, esse combustível é mais sustentável que a gasolina.

"Não esquecer que é necessário que se faça revisão do veículo, além de trocar o filtro de ar e o de combustível periodicamente para que seu carro tenha uma durabilidade bem maior", aconselha o instrutor Jeremias Pereira, que para ele são três ações importantes para manter o funcionamento do seu veículo.

Não esqueça que antes de abastecer o carro, lembre-se de conferir se seu carro é adaptado para receber os dois tipos de combustível, como a sinalização existente em certos carros como este da foto abaixo.

Em geral, o professor conclui que esse "medo" é herança: "é uma questão cultural, muita gente tem medo de utilizar os dois combustíveis por não saber como funciona dentro do motor", disse. 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Panorama - Macapá recebe novos ônibus

por Gabriel Fagundes
Foram 20 novos ônibus entregues
para a sociedade macapaense

Desde a terça-feira (2), a sociedade macapaense pode começar a imaginar menos ônibus lotados e um menor tempo de espera nos pontos da cidade. Tudo porque a Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) entregou 20 novos ônibus que já estão circulando pelas vias da capital. A entrega foi fruto de um acordo judicial entre a CTMac e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amapá (SETAP).

De acordo com o diretor-presidente da CTMac, Carlos Sérgio Monteiro, agora a frota de ônibus de Macapá totaliza 186, sendo que 36,6% (68 ônibus) desse total possuem acessibilidade, isto é, rampas que dão acesso à cadeirantes e deficientes físicos. "Esses ônibus serão integrados ao sistema municipal e deverão diminuir o intervalo de tempo entre a passagem de um e outro e o tempo de espera do cidadão, que será de 10 a 15 minutos no máximo. O usuário que sempre reclamou dos ônibus velhos agora poderá desfrutar de vários ônibus zero quilômetro", afirmou.
Carlos Sérgio

Ainda tem mais
Também segundo Carlos Sérgio, está prevista a aquisição de mais 10 ônibus para o final do mês de outubro, além de outros 20 no primeiro e segundo semestre de 2013. "A administração anterior deixou 119 ônibus, sendo que apenas dois possuíam acessibilidade. Hoje a nossa frota é de quase 200, e ano que vem tem mais", comentou.

Investimento
A compra desses ônibus é resultado de um investimento de mais de R$ 20 milhões por parte das empresas e da Prefeitura. "Um ônibus, em média, custa de R$ 200 a R$ 300 mil reais. É um investimento significativo. Hoje quem ganha é a sociedade. A administração municipal não tem méritos, pois isso é mais do que a nossa obrigação. Temos o compromisso de prestar o serviço digno ao cidadão", finalizou o diretor-presidente da CTMac.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Panorama - Embrapa/AP realiza 4° Seminário de Aquicultura do Estado



por Gabriel Fagundes

Com o objetivo de instruir, fomentar e difundir conhecimento sobre piscicultura no Estado do Amapá que na última quarta (26) e quinta-feira (27) foi realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/AP) o 4° Seminário de Aquicultura, que ocorreu no auditório da instituição e contou com a participação de proprietários de pisciculturas, técnicos de extensão, além de estudantes e professores do curso de Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Amapá (UEAP).

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Ciência. Educação e Tecnologia: Amapá terá sua primeira feira


Por Reinaldo Coelho


Certamente um dos propósitos fundamentais das Feiras de Ciências é oferecer aos alunos do ensino fundamental, médio e técnico uma oportunidade para que estes desenvolvam habilidades decorrentes de duas dimensões básicas do conhecimento: a teoria e a experimentação.

Uma das mais destacadas feiras de ciências é a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) que este ano estará em sua 9ª edição, tem como tema "Sustentabilidade, Economia Verde e Erradicação da Pobreza", e que acontecerá no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília (DF).  O evento, organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), será realizado em todo o país entre os dias 15 e 21 de Outubro, de forma simultânea. 

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Panorama - A "surdez" na prevenção de suicídio no Amapá


 por Reinaldo Coelho

O Amapá é mais um dos Estados brasileiros que não possui políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio. Em 2005, ele ganhou o infeliz primeiro lugar entre as unidades federadas, em suicídio, proporcional ao número de habitantes, , informação dada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) na época.  Este ano está com o 5º lugar em âmbito nacional e o 2º na Região Norte, informação dada pelo Mapa da Violencia no Brasil.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Panorama - Crianças Desaparecidas e Ciclofaixa

Cadastro Nacional de Desaparecidos: Ferramenta segue em fase de teste

por Reinaldo Coelho


O Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos foi instituído pela Lei 12.127 em 2009, porém a base de dados ainda não foi entregue e o atual cadastro disponível na internet está bastante defasado, com pouco mais de 1,2 mil casos registrados, entre 2000 e 2012, no site www.desaparecidos.mj.gov.br. Uma nova ferramenta entrou em fase de teste desde março de 2010, com programação de ser efetivada a partir do mês de agosto, o que não aconteceu. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos/Ministério da Justiça, a nova previsão é para este mês de setembro. Parentes de desaparecidos torcem para que o projeto vire realidade e ajude no desfecho de inúmeros casos. 

O novo cadastro vai funcionar no endereço www.desaparecidos.gov.br.  Ele será atualizado por agentes de Segurança Pública e Justiça, conselheiros tutelares e pelo próprio cidadão. Apenas pessoas que desapareceram até os 18 anos poderão ser cadastradas, mas um Projeto de Lei que pede a ampliação do banco de dados para qualquer idade aguarda votação no Senado. O objetivo é que o novo cadastro tenha interação com páginas de redes sociais como o Twitter e o Facebook, já que as mídias sociais têm tido papel importante na localização de desaparecidos.

Quanto maior o tempo do desaparecimento, menores as chances de sucesso de localização de uma criança, devido às mudanças em sua fisionomia. "Depois de cinco anos, a possibilidade de você encontrar o desaparecido diminui muito. Isso porque a criança vai se desenvolvendo, a fisionomia muda, o timbre de voz muda, e o reconhecimento fica mais complicado", diz Ivanise Esperidião da Silva Santo, fundadora da ONG Mães da Sé. Ela procura pela filha Fabiana há 16 anos. 

Especialistas em segurança acreditam que histórias como a de Ivanise, e de muitos outros, Brasil afora poderiam ter um desfecho diferente se fosse possível cruzar, nacionalmente, dados de desaparecidos e de quem procura por um parente sumido. 



CTMac inaugura primeira 
Ciclofaixa de Macapá 


Com o objetivo de diminuir os acidentes de trânsito que envolve  ciclistas e melhorar a mobilidade urbana de Macapá, foi instalada a primeira ciclofaixa que foi estrategicamente na extensão da Rua Hamilton Silva.

Na último fim de semana a PMM, através da Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac), fez a inauguração do  trecho que fica entre as avenidas Pedro Lazarino e FAB. Para marcar a inauguração, a CTMac fez uma bicicleata educativa para dar informações e conscientizar os usuários do trânsito sobre o uso correto da faixa destinada aos ciclistas.

O presidente da CTMac, Carlos Sérgio Monteiro, afirmou que esta primeira etapa entregue é a garantia do ir e vir com segurança dos ciclistas macapaense. “É a prefeitura garantindo dignidade para a população. É mais uma ação que vai melhorar a vida de quem usa a bicicleta como meio de transporte”, garantiu o presidente da CTMac.

E o trabalho continua na segunda etapa que vai da FAB a Rua José Tupinambá. “Assim nós vamos avançando de etapa em etapa, até concluirmos o cinturão de ciclofaixas que vai ligar à zona sul a zona norte de Macapá”, diz Carlos Sérgio.

“É  importante também chamarmos atenção para que as pessoas respeitem esse espaço que é destinado ao ciclistas. Os nossos agentes estão fazendo a fiscalização, aplicando multas e até guinchando veículos que usam a ciclofaixa de modo errado, mas nós esperamos que de que agora em diante, as pessoas se conscientizem evitem sofrer as penalidades previstas em lei”, finalizou.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Os 100 anos de Gonzagão



Luiz Gonzaga é dono de uma das obras tematicamente mais abrangentes entre todos os artistas da música popular no Brasil. Um mito nordestino. Em sua música, no entanto, ele não se restringiu à sua região de origem. Foi cantor de um País inteiro. Uma obra caudalosa, generosa quanto ao povo, seus sentimentos, costumes, tradições, fauna, flora, geografia. Ideologicamente, esta obra é pontuada por dubiedades e paradoxos.

Paradoxal, igualmente, é um fato ao qual a grande maioria dos livros sobre Luiz Gonzaga insistem em não dar atenção: ele compôs muito poucas das centenas de músicas que gravou. Várias vezes, se confessou mais cantor do que autor. Da mesma forma, quase todos os seus parceiros não escondem que cederam parceria para o Rei do Baião, porém, geralmente, suavizam a revelação com um argumento: ninguém interpretaria a composição igual a ele. Ou ressaltam o talento de Gonzagão para "sanfonizar" as composições - ou seja, como usava seus dons de arranjador para enriquecê-las.

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Do lado de cá: Fragmentos da História do Amapá

Fragmentos de História do Amapá é um livro organizado por Augusto Oliveira, Alexandre Amaral, Dorival Santos, Paulo Cambraia e Sidney Lobato. Foi lançado no fim de 2011. Prefaciado pelo professor Mauro Cezar Bezerra, reúne 22 artigos de professores que esmiuçaram muitos aspectos - alguns pouco e outros quase que desconhecidos do grande público, trazendo à tona discussões, reflexões e muitas informações que foram coletadas ao longo das pesquisas desenvolvidas pelos nossos historiadores. O livro foi dividido em 4 partes: I - Tramas do poder: estratégias, projetos e governanças; II- As amarras do discurso: sujeitos e representações nas lutas político-sociais; III- Faces do preconceito: etnicidade, negociação e conflito; IV- A (re)produção da riqueza: alimentação, moradia e relações de classe.

Vale relembrar que outro livro já foi lançado, em 2009 - Amazônia, Amapá - Escritos de História, tendo alguns dos atuais organizadores também participado daquela obra, o que denota um projeto de divulgação mais amplo das pesquisas, antes restritas ao ambiente acadêmico ou confinados nos arquivos pessoais de poucos que os guardavam com "carinho". Percebe-se que embora sejam incipientes os estudos históricos desta parte do Brasil, aos poucos vão surgindo novos recortes de múltiplos aspectos, principalmente sobre a época territorial, exploração econômica, com ênfase ao projeto de mineração da Icomi, conflitos rurais, relações transfronteiriças e outros temas peculiares à ocupação, colonização e desenvolvimento do Amapá.

Quando se reúnem pesquisadores das mais variadas tendências e com visões de mundo distintas, mais rica se torna a obra - que no caso desta Do lado de Cá, cujo subtítulo é bem sugestivo: Fragmentos de História do Amapá é porque realmente foi intencional a junção desses artigos para comporem vários painéis, a exemplo do que também fez o professor João Renôr Ferreira de Cravalho, ex-reitor da Unifap, quando também publicou, em 1998, o seu livro Momentos de História da Amazônia

(Leia mais em http://escritoresap.blogspot.com/search/label/Augusto%20Oliveira)


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Escritores amazônidas




"Filhas das Matas: práticas e saberes de
mulheres quilombolas na Amazônia Tocantina"


Obras da Profª Dra. Benedita Celeste de Moraes Pinto os livros  "Filhas das Matas: práticas e saberes de mulheres quilombolas na Amazônia Tocantina" e o "O Livro que Vó Madá Escreveu na Memória", sendo a primeira resultante de tese de doutorado defendida junto à PUC/São Paulo; e a segunda, livro didático produzido com os alunos de um povoado afrodescendentes. 

O livro Filhas das Matas: práticas e saberes de mulheres quilombolas na Amazônia Tocantina trata da relação familiar, campos de atuação, vivências, resistências, lutas cotidianas, práticas, saberes e experiências de parteiras, curandeiras e benzedeiras em povoados negros rurais da região do Tocantins, no Pará - norte da Amazônia. Desde a formação dos antigos quilombos nesta região, essas mulheres vêm desempenhando múltiplos papéis, como chefes de família, organizadoras e condutoras de rituais religiosos e líderes fundadoras de povoados. Ao lado da assistência ao parto, parteiras, benzedeiras e curandeiras desempenham uma série de atividades relacionadas aos processos de cura e manipulação de plantas e ervas medicinais, bem como trabalhos por sobrevivência, muitos deles nem sempre considerados em outras regiões e culturas como sendo atividades compatíveis com o sexo feminino. Fazendo um cruzamento da memória oral com fontes escritas e imagéticas o trabalho contribui para repensar a importância do estudo das práticas cotidianas para o conhecimento dos diferentes papéis exercidos por mulheres e homens, e também para repensar como se dá a relação entre gênero, inclusive a forma de dominação em determinada sociedade.

A Autora
Benedita Celeste de Moraes Pinto, natural do município de Cametá, estado do Pará, é doutora em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, concluiu o Mestrado em História Social pela PUC/São Paulo, em 1999, e o curso de Bacharelado e Licenciatura Plena em História pela Universidade Federal do Pará, Campus de Cametá, em 1995. Publicou Nas Veredas da Sobrevivência: memória, gênero e símbolos de poder feminino em povoados amazônicos, Memória, oralidade, danças, cantorias e rituais em um povoado Amazônico e "O livro que vó Madá escreveu na memória": histórias do antigo quilombo do Mola. Além de vários artigos publicados, possui as seguintes obras no prelo, "Tomásia nasceu com mãe Juvita e mãe Mariazinha": os mais velhos guardam na memória as histórias da sua gente Cametá:; e Porto Alegre dos "filhos da escravidez" e dos devotos da Virgem da Conceição: história e memória de descendentes de antigos quilombolas do Tocantins/Pa (título Provisório - Cametá: BCMP Editora). Professora da Universidade Federal do Pará, lotada no campus Universitário do Tocantins/Cametá, atualmente coordena e executa as pesquisas: Inclusão no processo ensino-aprendizagem a partir da reconstituição da história, memória e cultura quilombola na Região do Tocantins, no Pará; e Cavalo de Mariana sob a proteção de Santa Bárbara: história, memória e cultura religiosa em Carutapera, Estado do Maranhão.




Apaixonados - Lauren Kate


"Inesperado. Não correspondido.
Proibido. Eterno”

APAIXONADOS - HISTÓRIAS DE AMOR DE FALLEN revela segredos que todos aguardavam e deixa no ar a pergunta: O que faz o seu coração bater mais forte?"

Todos têm sua história de amor. E o destino conseguiu entrelaçar quatro delas em um romântico e esperado momento na Inglaterra medieval: o Dia de São Valentim.Miles e Shelby encontram o amor no mais inimaginável dos lugares. Roland aprende uma dolorosa lição sobre achar e perder um amor. Ariane conhece o preço de amar. E, pela primeira - e também última - vez, Daniel e Luce passam uma noite inesquecível juntos.


Sobre a autora
Lauren Kate: Autora da série juvenil Fallen, que trata de um triangulo amoroso envolvendo a problemática Luce e os anjos Cam e Daniel. Fallen, primeiro romance da série, após ter figurado na lista dos mais vendidos do New York Times, foi publicado no Brasil em 2010 pela Galera Record e conquistou um grande número de fãs por aqui. A continuação, Tormenta, confirmou o sucesso da saga, que terá o terceiro capítulo, Paixão, lançado pela própria Lauren Kate durante a Bienal.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Panorama


Maconha: O que há por trás dessa planta


Mais um lançamento literário aconteceu em Macapá,  desta vez foi na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, na última sexta-feira (16) quando o escritor amapaense Alci Conceição de Jesus entregou ao seu publico o seu novo livro: “Maconha - o que há por trás dessa planta”.  Neste livro, ele explica ter escrito para informar aos jovens sobre os malefícios da droga do organismo, Alci de Jesus pretende manter a sua linha de atuação, levando seu trabalho a estudantes, professores e demais pessoas que queiram conhecer sobre essa droga tão disseminada em todo o Brasil.

Alci de Jesus nasceu na Colônia Agrícola de Matapi no dia 23 de setembro de 1970. Em 1995, lançou o livro Do Submundo à Plenitude da Vida, onde reuniu alguns poemas e textos em prosa.Segundo o autor, "a obra está centrada em Jesus Cristo nosso Senhor".

Essa obra foi uma das mais vendidas em Macapá (está na 7ª edição), pois o próprio autor confessa que se manteve por um bom tempo com dinheiro obtido através da comercialização do livro, feita por ele mesmo, principalmente nas escolas. Esse livro é um documento que retrata a realidade de parte considerável da juventude que desde a infância envereda por caminhos tortuosos.

E Alci revela toda a sua história, os problemas que enfrentou com o envolvimento de drogas e como, através do estudo, deu uma reviravolta em sua vida.

Em 2000, Alci manda imprimir um folheto intitulado Metamorfose - Reflexões - Viver sem Violência. E em 2006 lança No Limiar da Incredulidade, uma coletânea de reflexões, poemas e pensamentos - inclusive com textos de outros autores, que ele comercializa em Macapá e nos demais municípios.
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Amapá : Vivendo a nossa historia


Estrutura da Obra
Textos explicativos que possibilitam a conexão com a realidade próxima do aluno, fazendo do processo histórico um elo permanente entre passado e presente. 

Problematização de temas inserida no corpo dos textos: 
- Glossário ao final do livro que favorece o hábito da consulta ao dicionário. 
- Apresentação de textos complementares e reportagens jornalísticas. 
- Seleção cuidadosa de imagens que acompanham os textos. 
- Análise cartográfica vinculada ao texto para a compreensão da noção de espaço e das transformações históricas. 
- Apresentação das letras das músicas regionais que resgatam a musicalidade como componente importante da compreensão social. 
- A cada capítulo, um conjunto de atividades possibilitando a maior interação entre conteúdos abordados e a realidade sociocultural dos alunos. 

Criação de ícones para orientar os trabalhos:
- Para interagir com o tema: o aluno é convidado a relacionar o tema com aspectos da sua realidade social.
- Momento de investigar: a prioridade é a pesquisa do aluno, a investigação para que o conteúdo passe por um processo de aprofundamento.
- Mãos à obra! Os alunos expõem sua compreensão sobre o tema.
- Espaço cidadão: momento de integração dos alunos com a comunidade (ecoturismo em terras indígenas, violência no trânsito, patrimônio histórico, racismo o que diz a Constituição Brasileira).

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Dicionário de Amapês


Cléo Farias Araújo em co-autoria com sua irmã Maria Zenaide Farias de Araújo lançaram na quarta-feira (6), a segunda edição do Dicionário de Amapês - A Língua Falada no Estado do Amapá. O lançamento ocorreu no Centro Cultural-Franco Amapaense, Nesta edição os autores conseguiram reunir mais de 2.500 vocábulos predominantes, do Estado do Amapá. O livro é resultado de um trabalho totalmente independente, que os autores vêm pesquisando há bastante tempo.


A nova edição traz inovações e mais facilidades de consulta, como a etimologia, a classificação gramatical, vocábulos de origem indígena das etnias do Amapá, culinária, exemplos de uso, entre outros. Quem tiver interesse em adquirir um exemplar deste, eles estarão a venda no local de lançamento, ao preço de R$ 25.


Comentário de Alcineia Cavalcante e de Paulo Tarso sobre o lançamento do Amapês
Alguém já te fez essa pergunta: "Tu  peida colorido?". Desconhecendo a expressão "peidar colorido" provavelmente você ficou com cara de aru, sem saber o que responder. Ficou assim porque não tinha um dicionário de Amapês - a língua falada no Amapá desde o tempo da "mesa de renda" ou de quando Janary ainda era recruta.

Agora, "nem com nojo" você ficará com cara de abestado quando ouvir alguém falando em Amapês. Além de entender tudo ainda pode sair por aí contando "bafo" com o dicionário embaixo do braço. O dicionário que foi  lançado no Centro Cultural Franco-Amapaense. Organizado pelos irmãos Cléo e Zenaide Farias de Araújo, o dicionário é resultado de uma pesquisa que durou cerca de 20 anos e traz mais de 2.500 vocábulos.

Para o presidente da Associação Amapaense de Escritores, Paulo Tarso, "uma obra desse gênero constitui-se em vasto manancial de consulta - e até de inspiração - para os amantes da linguagem, os pesquisadores, linguistas, compositores e estudantes."

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Confiança no Amapá: Impressões sobre o Território

Por Reinaldo Coelho



No dia 1º de Junho começaram as comemorações referentes ao centenário de Janary Gentil Nunes, primeiro governador do Amapá. Uma das primeiras atividades deste festejo foi uma mini palestra sobre o período janarista, ministrada pela doutoranda em História pela UNB, professora e membro da Comissão do Centenário Janary Nunes, Maura Leal da Silva.

A doutoranda e pesquisadora sobre o período Janarista fez uma breve explanação do livro “Confiança no Amapá - Impressões sobre o Território”, de autoria de Janary Nunes, relançado no Palácio do Setentrião.
A obra, lançada pela primeira vez em 1962, reúne diversos artigos de jornalistas e políticos que passaram pelo Território do Amapá naquela época, com textos que expressavam o desejo do homem público e político em continuar trabalhando em prol do povo amapaense, buscando relatar a trajetória política enquanto deputado federal do Amapá.


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Este é primeiro volume de uma trilogia em quadrinhos sobre a vida do Papa João Paulo II.

 Com uma introdução feita por Dom Fernando Figueiredo, Bispo da Diocese de Santo Amaro em São Paulo, este belo livro traça o percurso da vida de Karol Wojtyla, de sua infância na Polônia até sua eleição ao Papado em 1978. Nascido num período de grandes eventos no mundo, ele vivencia a invasão de sua querida Polônia, primeiro pela Alemanha Nazista e depois pela União Soviética Comunista. 

Aluno brilhante, esportista e entusiasta do teatro, ele decide ser padre durante a Segunda Guerra Mundial. Sempre amigo dos jovens, ele vira um jovem bispo aos 38 anos, um jovem Cardeal aos 47 e, finalmente, um jovem Papa aos 58! 

O próximo volume desta trilogia tratará de seu pontificado. Já o volume final abordará sobre sua morte e a vida e eleição de seu sucessor - Bento XVI.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Renovação de qualidade na literatura amapaense


Por Fabiana Figueiredo

 
Com a revelação da nova geração de poetas que estão surgindo em Macapá e no Estado do Amapá, acreditamos que em alguns anos, teremos um pólo das expressões literárias local. As professoras Maria Aldair Lima Alves, Carla Nobre e Deusa Ilário são as novas estrelas do universo literário amapaense, onde já brilharam, assim como a Profª Aracy Mont’Alverne.
 

Maria Aldair De Lima é natural de Afuá, no Estado do Pará, e, hoje, reside em Santana (AP). Integra a Associação Amapaense de Escritores (APES), é professora da rede pública de ensino e autora de três livros: ‘Pensamentos’ (edição de bolso, 2000); ‘Ler e Viver’ (poemas, 2004); e seu último lançamento, ‘Buscas’, que reúne pequenos textos envolvendo diferentes sentimentos e emoções. O livro ‘Buscas’ vem ao encontro das aspirações dos estudantes, que querem ter acesso às produções dos autores locais, mas que desconhecem a dificuldade de se publicar e comercializar um livro no Amapá.



A poetiza Carla Nobre também é professora da rede pública de ensino, é macapaense, graduada em Letras (Unifap) com especialização em Língua Portuguesa (IESAP), e está cursando o mestrado. É associada à Associação Literária e Teatral ‘Abeporá Das Palavras’, onde desenvolve um trabalho voltado para a difusão da literatura produzida no Amapá e na Amazônia. Carla organiza e produz saraus literários, que estão em ascensão no Estado (nos últimos meses, ela se dedica ao sarau ‘Universo de Poesia’, organizado pelo seu grupo literário). Suas poesias são influenciadas pelos seus autores favoritos, e, geralmente, elas são recitadas ao público ouvinte. Atualmente, a professora está trabalhando na criação de uma rede de escritores iniciantes, mais precisamente os que vivem no Amapá. É articuladora cultural, possui perfil de liderança, já atuou como gestora pública nas esferas estadual e municipal e, hoje, é Conselheira de Cultura no Estado do Amapá. Lançou a obra ‘O Amor É Urgente’, um apego e chamado ao amor; e, um marco na sua história literária foi ter o privilégio de ver seu poema ‘Certidão De Nascimento’ como leitura obrigatória do vestibular da Unifap do ano de 2012.

Carla Nobre já ganhou vários prêmios por sua dedicação poética: no 8º Concurso De Literatura - Conto, Crônica, Poesia da Fundação Cultural De Canoas (2006), entre textos nacionais e internacionais; 1º Prêmio APEM De Literatura em São Paulo (2006), pelo poema ‘Presente de Férias’; 9º Concurso Literário Prêmio Missões no Rio Grande do Sul (2006), onde teve duas menções pelos textos ‘Um Beijo Longo’ e ‘Sou de Significados’; 1º Concurso de Poesia Falada da Fundação Cultural Casimiro de Abreu (2006), com o poema ‘O Homem, os Garis e uma Casca de Laranja’, no Rio de Janeiro; Os Melhores de 2005 (2005), como escritora revelação; 1º Concurso Nacional de poesia Audifax Amorim (2005), pelo poema ‘Escolha??????’, no Espírito Santo; e, Concurso da Biblioteca Profº Gerson Alfio de Marco em São Paulo (2005), pelo poema ‘Anel de Formatura’.



Deusa Ilário é amapaense, poeta, cronista, contista e  professora da rede pública de ensino, e se descreve poeticamente: “Sou cabocla ribeirinha, parente dos índios, pescadores, canoeiros, sou, ainda, parente dos macacos, dos pássaros, dos peixes e de todos os outros animais. Sou deusa das matas, dos igarapés e da pororoca. Amo o rio Amazonas. Sou um pouco de flor, sou um pouco de pedra, sou relva e sou selva”. Autora de dois livros, ‘Boca da Noite’ (Co-Autora) e ‘Retalhos e Linhas’, Deusa encanta e declama poemas nos saraus promovidos pelo Movimento Poesia na Boca da Noite.

ARTIGO DO GATO - Amapá no protagonismo

 Amapá no protagonismo Por Roberto Gato  Desde sua criação em 1988, o Amapá nunca esteve tão bem colocado no cenário político nacional. Arri...