sábado, 19 de janeiro de 2019

Nas Garras do Felino


Nas Garras do Felino
Reinaldo Coelho (interino)


  Orçamento 2019

O Orçamento do Governo do Amapá, foi aberto, porém, o governador Waldez Góes optou pelo controle das despesas sem comprometer os serviços aos amapaense. Em reunião com todos os gestores recomendou ‘apertem os cintos’.
Agentes de endemias
Uma comprovação dessa decisão foi a prorrogação por 6 meses dos contratos dos agentes de endemias, permitindo continuidade das ações contra doenças tropicais no estado. Mas por causa da crise, ficará menor 20% a partir de fevereiro.
OAB/AP
Tomou posse a nova diretoria da OAB/AP, tendo à frente o advogado Auriney Brito e contou com a presença da classe e prestigiado pelo vice governador Jaime Nunes. Ao discursar na cerimônia de posse da nova diretoria da OAB no Amapá, o vice-governador Jaime Nunes fez uma defesa da advocacia, lembrando que além de uma atividade vital ao funcionamento da Justiça, a Ordem é também um guardião da democracia. “A Justiça deve ser um ideal coletivo, uma construção de todos nós”, disse na ocasião.

Declinou
Estreante na política, o economista e pecuarista Jesus Pontes, deputado eleito para o Parlamento Estadual, declinou de concorrer a presidente da ALAP, conforme pedia uma enquete na web, organizada pelo MBL, movimento de direita formado por jovens lideranças políticas. Diz ter outros projetos na prioridade de seu mandato recém outorgado pelos amapaenses.

Aeroporto, enfim...
Uma novela que durou 15 anos, as obra do aeroporto agora está prometendo terminar e ser inaugurado em agosto. Uma vistoria feita pelo governador Waldez Góes e seu vice Jaime Nunes, comprovou a realidade e a possibilidade de o mesmo se tornar um point turístico do Amapá.
Greenpeace mentiu?
É o que garantem os pesquisadores conhecedores da região amazônica e balizado pelo pesquisador, PhD em geologia pela UFPA, Luís Ercílio, as pesquisas sob a foz do Amazonas, na costa do Amapá e Pará, são feitas há mais de 30 anos e ele é incisivo em reafirmar a inexistência de corais nessa região.
Greenpeace criou uma fake news?
O entrave em torno da liberação da exploração de petróleo na costa dos estados do Amapá e Pará foi o tema central do 1º Encontro das Federações das Indústrias no Amapá, evento que discutiu formas de fomento ao setor industrial por meio de fontes minerais da Amazônia.  O encontro, fruto da parceria das Federações das Indústrias do Amapá (Fieap) e do Pará (Fiepa).
Combatendo o crime

Megaoperação foi realizada na última semana, no Residencial Macapaba, onde facções criminosas, querem se instalar e estão implantando o terror entre os moradores. A Policia Militar e Civil, estão fazendo um ‘pente fino’ na criminalidade. Tem que combater como prevenção.
IJoma
Infelizmente, a crise bateu às portas da instituição que mais tem apoiado os portadores de câncer no Amapá, o Instituto Joel Magalhães, está com os cofres vazios e como sempre dependeu das doações de voluntários, não recebe recursos públicos, somente privado e está precisando que esses apoiadores cresçam, pois está em risco de fechar as portas em 30 dias. Padre Paulo Roberto está indo aos meios de comunicação e fazendo campanha para que o ‘dindim’ chegue urgente. Vamos ajudar.
Deposite
Para evitar isso, ele está lançando uma campanha para arrecadar recursos, cujas doações podem ser feitas nas agências do Banco do Brasil (Agência: 261-5 – Conta: 137515-6 e Caixa Econômica Federal (Agência 3101 – Operação 003 – Conta: 00879-8).






Editorial



Orgânico é economia, é saúde, é proteção ambiental.

Mercado de orgânico cresce no Brasil e, além de promover saúde, promove o desenvolvimento econômico. No Estado do Amapá é um seguimento ainda inexplorado no seu potencial de produção e consumo, porém tem mercado, pois existe consumidores em número suficiente para alavancar o plantio e a comercialização, com tendência a crescer a partir do conhecimento das vantagens oferecidas.
Como é de conhecimento geral as terras amapaenses são consideradas com alto grau de acides, e a produção agrícola é ainda ínfima, não atendendo o mercado consumidor interno, e os adeptos dos alimentos orgânicos enfrentam uma maior dificuldade, tendo em vista que os agricultores amapaenses, não conhecem a técnica de adubação orgânica e nem a fabricação, através da compostagem de resíduos orgânicos, a maioria ofertados pela própria natureza, como os excrementos de galinhas e caprinocultura, além da própria folhagem que enriquece o solo.
Neste cenário, ver crescer a produção e consumo de alimentos orgânicos é um alento e um sinal de que novos tempos são possíveis. Já existe no Amapá, projetos em execuções através de instituições públicas como EMBRAPA/AP, RURAP, SENART, SENAI, SEBRAE. Realizações de experimentos e divulgação em escolas e canteiros de hortas orgânicas no Distrito de Fazendinha (MCP) e no Km 9 na Linha D, onde existe uma fabricação artesanal de compostagem orgânica e plantação exitosas de hortifrutigranjeiros, com a existência de uma cadeia produtiva para chegar ao produto final que o Adubo Orgânico, esta experiência está sendo compartilhada com outros agricultores principalmente o familiar, que poderá alavancar, além da plantação, a comercialização e o consumo de alimentos orgânicos, dando uma perspectiva de vida saudável aos amapaenses e gerando emprego e renda e mantendo o produtor e seus filhos no campo.
São considerados orgânicos alimentos produzidos de forma sustentável, respeitando-se e não agredindo o meio ambiente, sem a utilização de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Segundo Ministério da Agricultura em 2016, o mercado de orgânicos faturou mais de RS 3 bilhões no mercado interno, além de RS 145 milhões em exportações. Estima-se hoje que o Brasil seja o maior produtor de arroz orgânico da América Latina.
Esses números fazem refletirmos sobre a importância não apenas de saúde e bem-estar dos orgânicos, mas o seu impacto no desenvolvimento econômico do Amapá onde caminha-se ainda lentamente, mas caminha-se, o que faz com que os produtos ainda sejam caros e fora do alcance da maioria. Mas o fato é que a produção vem aumentando ano a ano e os preços, de maneira geral podem diminuir.
Resumindo o alimento orgânico também pode ser chamado de agroecológico — de acordo com as definições estabelecidas pelos especialista em agroecologia que pode ser definida como o estudo da agricultura a partir de uma perspectiva ecológica.
A produção orgânica, principalmente à agricultura familiar, – cerca de 75% dos produtores registrados no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos são agricultores familiares. Cooperativas agrícolas dedicadas unicamente à produção orgânica espalham-se por todas as regiões do Brasil, mostrando que os agricultores familiares reconhecem na agroecologia e na produção orgânica uma maneira de comercializar alimentos com valor agregado.
A Região Norte está em segundo lugar com plantio orgânico no Brasil, com 158 mil hectares, perdendo para o Sudeste que tem mais de 300 mil hectares plantados e o Amapá precisa se inserir nesse cenário, temos área apropriada, clima e produtores interessados em participar desse segmento e, principalmente, consumidores que darão preferência a uma alimentação saudável.

CISMANDO


  
Mídia e Amazônia


Nesta semana a Coluna Cismando destaca o portal Mídia e Amazônia, projeto implementado pela ANDI – Comunicação e Direitos, com o apoio da CLUA – Climate and Land Use Alliance (Aliança pelo Clima e Uso da Terra). Diversas linhas de ação integram a iniciativa, que busca oferecer às redações brasileiras ferramentas que facilitem a investigação de questões prioritárias para esta agenda.

Além da estruturação deste site de referência, que apresenta aos jornalistas e outros interessados, informação ágil e atualizada sobre os principais desafios relacionados à Amazônia, o projeto também contempla as seguintes vertentes:
Elaboração de análises quantiqualitativas do noticiário produzido por veículos das diferentes regiões do país.
As “Análises de Mídia ANDI-CLUA” têm periodicidade mensal e oferecem uma versão analítica da importância do tema na mídia; – Artigos exclusivos sobre temas específicos das questões amazônicas; – Artigos de interesse publicados em diversos veículos; – Análises e interpretações dos fatos correntes sobre o desmatamento e as alternativas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia; – Sugestão  de pautas e notícias relevantes de forma a orientar o jornalista pelos muitos meandros da cobertura sobre a Amazônia; – Constante diálogo com as redações com o objetivo de apoiar e estimular o desenvolvimento de pautas estratégicas com foco na Amazônia.
Este projeto está articulado com uma série de ações direcionadas às redações que a ANDI vem realizando com o apoio da CLUA desde 2011.
Também fazem parte do conjunto de iniciativas de suporte ao trabalho jornalístico encontros de capacitação sobre os tópicos mais relevantes da pauta da Amazônia e viagens a campo para conhecer as respostas que têm sido implementadas em nível governamental, pelo setor privado e/ou pela sociedade civil. No Amapá a ANDI é representada pelo radialista Celso Rabelo, destaque na área, recebendo no ano passado o Troféu Imprensa – Prêmio Tucuju 2018.


Mas e a Mídia...

Nas sociedades contemporâneas a imprensa tem um papel central no processo de mediação dos debates em torno das questões prioritárias para o interesse público, sejam elas de cunho político, social, econômico ou ambiental.
Nas diversas etapas de estruturação e desenvolvimento de suas atividades, o projeto Mídia e Amazônia leva em consideração essa relevante função que o jornalismo desempenha nos regimes democráticos – e que se assenta em três capacidades principais:
Disponibilizar informação confiável e contextualizada, para que os cidadãos e as cidadãs possam participar ativamente da vida política, fiscalizando e cobrando a promoção de seus direitos – Ser pluralista na construção de uma agenda de debates, contribuindo para que temas relevantes para o desenvolvimento humano alimentem a esfera pública de discussões a partir do posicionamento (e da legitimação) de um maior número de atores – Investigar a atuação do Estado e as políticas públicas, de forma a colaborar para que os governantes (e também o setor privado e a sociedade civil) sejam mais responsáveis e transparentes em relação aos processos de formulação, execução e avaliação de ações e programas.
Mídia e Amazônia é uma realização da ANDI – Comunicação e Direitos, com o apoio da CLUA – Aliança pelo Clima e Uso da Terra.
Esta coluna do Tribuna apoia iniciativas como esta. ... E vamos cismando ...

‘CULTIVO ORGÂNICO’


‘CULTIVO ORGÂNICO’
A fabricação de adubos orgânicos produz uma alimentação saudável




Através de um ciclo de produção e da compostagem de resíduos orgânicos, produtor amapaense fabrica adubos orgânicos e mantem plantio de hortaliças e frutíferas com maior resultado e garantia de colheita de produtos de melhor qualidade, gerando empregos e renda para o pequeno agricultor familiar, através de capacitação técnica. Isso é Amazônia!

Reinaldo Coelho

Um dos maiores desafios enfrentados pela humanidade é a produção de alimentos para um número cada vez maior de pessoas, sem levar à exaustão e à degradação ambiental. E a produção e o cultivo da alimentação orgânica é uma das opções para que haja um maior controle ambiental e de saúde da população, principalmente para os menos favorecidos. E no Amapá é um segmento em expansão e economicamente favorável para os produtores familiar. 
Do ponto de vista agrícola, de acordo com o IBGE, o Estado do Amapá se apresenta como um dos Estados menos produtivos do Brasil. Um dos principais fatores que contribuem para a baixa produtividade é a elevada acidez dos solos, comum em ambientes sujeitos a elevados índices de precipitação pluviométrica. As chuvas no Amapá ocorrem, geralmente, entre os meses de janeiro e junho.

Nesse período os agricultores familiares realizam os cultivos das culturas de subsistência, principalmente mandioca, feijão e milho, e na época de estiagem, julho a dezembro, parte desses produtores sobrevive do extrativismo do açaí, da castanha-do-pará e da pesca, e os demais desenvolvem atividades não-ligadas à agricultura/pecuária para garantir a renda familiar.
Existe uma grande expansão mundial da opção de utilização de alimentos produzidos organicamente, sem o uso de produtos químicos, principalmente na adubação das áreas de cultivos. Esse segmento tem crescido muito no Brasil e tem milhões de consumidores optando pelos produtos hortigranjeiros para alimentação da família, com a garantia de estarem consumidos produtos sadios e conhecendo o caminhos percorridos desses alimentos, desde o seu plantio na campo até a sua mesa.
Hoje, essa produção já recebe certificação pública ou de empresas especialistas que garantem a veracidade de que desde o adubação, passando pelo plantio e colheita são realizados sem agregados químicos.
Nos Estados da Região Norte esse tipo de cultivo vem crescendo com o apoio dos órgãos que atuam no sistema agrícola e incentivos ao produtor para uma produção cada vez maior, oferecendo aos consumidores desse tipo de alimentos. É um nicho em franco crescimento e com ofertas ainda pequenas, principalmente no Estado do Amapá.
Porém, aqui existem, e os governos federal, estadual e municipal, mesmo em pequena escala vem executando projetos que miram esse segmento, caso da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), RURAP e IEPA. É os resultados tem surgidos, como no Distrito de Fazendinha, onde já desde 2014, onde a EMBRAPA buscou uma parceria com um horticultor local que seguisse padrões de boas práticas na agricultura orgânica, recomendadas pela, para desenvolver ações de ensino in loco. O produtor Domingos Gomes da Silva já parceiro do projeto de Transferência de Tecnologia em Agroecologia da EMBRAPA Amapá, passou a colaborar com a ação, recepcionando os alunos em sua propriedade “Mundo das Plantas”, localizada no minipolo hortifrúti no Distrito de Fazendinha, Macapá/ AP.

Compostagem orgânica


Mas uma produção orgânica tem como base um importante elemento que o adubo orgânico, e como ele se compõem e os resultados que deverão trazer para as diversas espécies que deverão cultivadas. A reportagem do Tribuna Amapaense esteve na Linha D no Km 09, no Sítio do Gilmar, onde está sendo realizado um experimento inovador na área de orgânicos, a produção do adubo orgânico, e com sua aplicação no próprio sitio, com uma linha de produção própria, que vai da criação de galinhas e cabras que produzem os elementos para compor o adubo que irá ser aplicado no cultivo de uma horta suspensa, pomar e plantio de mandioca, caju, manga, goiaba, cana de açúcar, mamão, maracujá, bananeiras que rendem uma colheita maior e de qualidade superior e ao mesmo tempo fornecem a alimentação (carne, leite e ovos e hortifrutigranjeiros) do próprio produtor, ainda consegue vender a consumidores que ali procuram um alimento saudável.

A CRIAÇÃO DE GALINHAS E CABRAS, COMPÕEM O CICLO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS PARA COMPOSTAGEM


Esse serviço é feito por um produtor simples, afável e receptivo e orgulhoso do trabalho que produz e que pela sua aparência simples, não reflete o conteúdo acadêmico adquirido nas universidades e sim o aprendizado popular que trouxe como carioca e como ele afirma erradicado no Estado do Amapá.
Gilmar Costa de Souza, 60 anos, carioca, residente há 35 anos no Estado do Amapá contou que o amor pela terra e pelo meio ambiente é de raiz, pois na sua infância no Rio de Janeiro, sua família tinha um terreno rural e que teve influência na sua formação como Técnico Agropecuário e Edificações e em Segurança do Trabalho, graduado como Tecnólogo em Gestão Ambiental, pós-graduado em Auditoria e Pericia Ambiental com Mestrado em Políticas Públicas.
No Estado do Amapá é servidor público federal e atualmente atua na Secretaria da Agricultura. “Trabalhei no RURAP como extensionista durante 15 anos atendendo os pequenos agricultores e desde essa época, eu passava a mensagem de produzir o orgânico. Então já tenho uma experiência vasta nesse campo”.



O sítio localizado no Ramal da Linha D é local dos experimentos exitosos de Gilmar Costa há 13 anos. “Comecei a construir esse sitio e é onde desenvolvo minhas atividades, com a ‘fabriqueta’ de produtos orgânicos, recolhendo caroços de açaí de Macapá, podas de árvores e grama, tudo que se decompõe, eu faço as pilhas aqui no terreno para produzir adubo orgânico e com esse produto eu faço troca com agricultor, faço a venda e o utilizo aqui para produzir produtos orgânicos. Hoje eu tenho cinquenta tipos de frutas e um pequena lavoura branca”, explica Gilmar.
Questionado pela reportagem o produtor orgânico explica que a ‘lavoura branca’ produz o jerimum, a macaxeira, batata doce, inhame, jiló, berinjela, pimentinha, maxixe, melão melancia, tudo em pequena escala. “Esses produtos me possibilitam demonstrar aos agricultores que aqui chegam para serem capacitados, possam visualizar que o nosso cerrado é produtivo e eu passo essa minha experiência para eles. Porque dentro da Unidade Produtiva da Agricultura Familiar se produz muitos resíduos orgânicos”.

Plantação de macaxeira,
 jerimum, goiaba e maracujá


Gilmar Souza explicou que esses resíduos orgânicos são as folhas que caem das árvores, a raspa da mandioca e da macaxeira. “E isso tudo podemos aproveitar e fazer o composto orgânico. Em vez de tocar fogo nós podemos transformar em adubo orgânico”.

Cadeia de produção orgânica

O produtor orgânico Gilmar Souza fez uma apresentação completa do sitio, que foi dividido em diversas com produções especificas que definiu uma cadeia produtiva de insumos que fornecem elementos para a compostagem orgânica que ele fabrica.

“Temos uma tecnologia chamada permacultura. O que é isso?
A permacultura dentro da unidade produtiva, uma ação ajuda a outra. O que a galinha me fornece? Fornece o ovo, pena, o esterco, os pintinhos, tudo isso serve para me auto sustentar. No caso o esterco da galinha vai pra dentro da compostagem. A criação de ovinos que eles me dão? O leite, carne, o esterco, o couro? O esterco vem para dentro do compostagem ajudar a enriquecer meus compostos. Todo o mato que roçado no terreno, não é queimado ele vai para a compostagem, vira adubo”.
Ele ressaltou que as próprias árvores produzem elementos para ajudar na criação do adubo orgânico. “Aqui já foi mata cerrada, que eu transformei em mata frutífera e elas soltam suas folhas que apodrecem em cima do solo e o enriquecendo e auto sustentando as próprias plantas. Isso já é natural eu somente preservo”.
Esse mato natural que cresce junto com o plantio, ele não é eliminado, pois de acordo com o produtor Gilmar Souza, ele protege e combate os insetos nocivos e servirá no verão para aumentar e enriquecer o adubo fabricado.
Com referência a chegado do verão, pois no período invernoso a utilização de água para regar é facilitado pela chuva. Porém o técnico produtor montou uma rede de irrigação dentro de seu plantio, onde retira a água de uma cisterna que está sendo construída para facilitar a irrigação do plantio e da própria fábrica de composição orgânica, visto que ela deve ser mantida com umidade para que as bactérias se mantenham vivas e produtivas.
“Essa cisterna é para captar a água da chuva, pois no processo de compostagem é preciso de muita água para molhar as pilhas de compostos, pois se a umidade estiver baixa as bactérias não conseguem se multiplicar, pois a pilha esquenta e as mata, é necessário um grau de umidade para que elas proliferem e decomponham a matéria orgânica”.

Experiência Acadêmica X Experiência Popular


O doutor e mestre Gilmar Costa de Souza traz em sua bagagem a experiência acadêmica e de execução no campo e adquiriu o conhecimento empírico com o dia a dia com os produtores regionais o que lhe garante uma matriz de conhecimentos ímpar, dentro da área de produção orgânica, e o êxito alcançado é visto na execução do seus plantios no local onde tudo acontece: seu sítio laboratório e fábrica de adubo orgânico. “Realmente isso tudo me facilitou chegar ao ponto em que estamos. Meus 15 anos de extensão rural me deram possibilidade de aprender muitas coisas com o homem do campo”.

Capacitando o produtor

Essa aprendizagem, e o exitoso resultado alcançado, é comprovado com a transformação de 16 mil quilos de resíduos orgânicos, gerando 10 mil sacos de 20 quilos de adubo orgânico que é vendido a R$ 20 a unidade está sendo montado uma sede para ser ministrado aos produtores uma capacitação com a transferência dos conhecimentos e que deverão ser multiplicados, ampliando a utilização e aplicabilidade da adubação e produção de alimentos orgânicos no Amapá.
“Estou construindo duas salas de aula para capacitar o agricultor, o seu filho e o técnico nesse métier de produção orgânica”.

Atender o público consumidor

Existe mercado para o consumo de produtos orgânicos, isso é fato, porém a produção é pouca, o que encarece e dificulta o acesso ao produto pelo consumidor amapaense. Perguntado sobre a expansão da produção e o valor na economia local, Gilmar Sousa diz ser otimista.
“Vai expandir, pois a Delegacia Federal de Agricultura, juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Rural, RURAP, SEBRAE, SENAI, SENAR, está preocupada com essa produção orgânica. Porque? O índice de agroquímico, colocado nas produções dentro do Estado, é muito grande e o que faz isso no organismo humano, provoca uma desarmonia corporal, aparecendo várias doenças, dentre elas o câncer. Se você não procurar se alimentar adequadamente, organicamente, no futuro você pode adquirir uma dessas doença. Temos de mudar e saber a origem da alimentação que você está consumindo”.

Reciclagem de resíduos sólidos em hortas suspensas

A atuação do produtor orgânico chega com força no Meio Ambiente, pois utiliza material descartável, como PVC, baldes de tintas e de construção civil, que ele aproveita para a construção de pequenos canteiros suspensos, onde são plantados hortaliças, plantas medicinais, pimenteiras, manjericão, alface, jiló, berinjela.
Esse tipo de produção pode ser expandido para os municípios amapaenses e podendo ajudar na economia local, além de produzir alimentos saudáveis, contribuir com uma melhoria ambiental, dando destino correto aos resíduos produzidos pelos seus habitantes.
“Eu tenho um projeto denominado – “A Cidade ajuda o campo e o campo ajuda a cidade” –, e nesse meio, podemos fazer, em cada município, uma pequena unidade de compostagem, aproveitar os resíduos de dentro dos municípios para fazer composto orgânico e botar a disposição da pequena agricultura familiar”.
A divulgação dessa técnica de produção pode ser aplicada nas escolas e pelo próprio morador urbano em suas residências e apartamentos. “Claro que pode, eu dou palestras nas escolas, nas faculdades e universidades sobre Educação Ambiental, onde sou especialista, e procuro passar essa mensagem. As hortas orgânicas suspensas, podem ser feitas em apartamentos, residências. Pode ser utilizado baldes, uma geladeira, caixas de madeiras, pedaço de tubos e você terá uma hortinha no fundo de seu quintal e aproveitas as folhas que caem e vez de tocar fogo ou colocar para o gari levar e fazer sua compostagem”.
Gilmar de Souza explica que fabrica em seu sítio os equipamentos para as hortas suspensas. “Se a pessoas quiserem, podem vir aqui e eu fabrico os pequenos canteiros e os comercializo, com o adubo orgânico, e plantados o coentro, a cebolinha, a couve, alface. Vendo a R$ 30,00 o balde e quando a pessoa retorna para adquirir outra leva e traz um balde eu já diminuo o valor”.
Finalizando a reportagem, Gilmar de Souza, o mestre orgânico, conclama os gestores públicos federal, estadual e municipais e os munícipes, que olhem esse trabalho de produção de adubo orgânico e o transformem em política pública de Estado. “A cidade produz muita matéria orgânica e em vez de jogar nas ressacas, vamos montar essas unidades de compostagem incentivando os técnicos e agricultores que queiram montar, pois o custo é baixo”.

Insumos e práticas de manejo em agroecologia
Adubo orgânico, um produto da compostagem. foto Marcia do Carmo

Tecnologias e recomendações para produção de composto orgânico, biofertilizantes e adubação verde com leguminosas são os temas de novos fôlderes técnicos e de boletim de pesquisa da EMBRAPA Amapá, como parte de uma programação de disseminação da informação voltada para a agroecologia no Estado. O fôlder “Compostagem Orgânica” traz dicas para um processo bem-sucedido de compostagem, desde a etapa da seleção do local até a separação dos fragmentos de resíduos pouco compostados. A produção de composto orgânico consiste na decomposição controlada de resíduos de origem vegetal e animal. Com a compostagem é possível obter um material de boa qualidade e estável, ou seja, sem mau cheiro, e que não atrai moscas e outros insetos e nem roedores.

 
Pesquisador Wardsson Lustrino Borges_foto Dulcivania Freitas
 O engenheiro agrônomo pesquisador, Wardsson Lustrino Borges, destaca uma recomendação no fôlder. “É importante atentar para o fato de que nunca se deve colocar na pilha de compostagem resíduos que não sejam de origem orgânica, como solo, plástico (sacolas e garrafas tipo pet), metal (alumínio) ou madeira tratada com pesticidas ou verniz”.
O fôlder “Produção de Biofertilizante” apresenta o modo de produção de biofertilizantes de forma aeróbica e anaeróbica e o uso deste tipo de insumo, além da lista de materiais necessários. De acordo com Borges, “a produção de biofertilizantes consiste na condução controlada do processo de digestão de resíduos orgânicos. O biofertilizante pode ser enriquecido com a adição de nutrientes, durante o processo ou ao final”. A digestão é o consumo e a transformação dos resíduos orgânicos, por meio da ação de diversos micro-organismos, proporcionando sua estabilização. Ao final do processo obtém-se um biofertilizante líquido sem cheiro desagradável e que pode ser aplicado nas plantas ou no solo. Entre as vantagens do uso contínuo de biofertilizantes estão a ciclagem e o fornecimento de nutrientes como o fósforo, o potássio e o nitrogênio; aumento do teor de matéria orgânica e da capacidade de troca de cátions do solo; correção da acidez e dos teores de alumínio do solo; fornecimento de nutrientes em proporção adequada para as plantas; produção de plantas mais saudáveis e melhor controle de pragas; redução da necessidade de aquisição de insumos externos à propriedade; maior atividade biológica no solo (microrganismos e insetos).


Produção orgânica gera emprego, renda e uma vida saudável

Desembargador Gilberto Pinheiro é um dos que usam os adubos organicos produzidos pelo Gilmar de Souza
Para o desembargador Gilberto Pinheiro, que reside em um sitio no KM 9, onde mantém plantações de hortifrutigranjeiros e é adepto da produção orgânica, pois antém o prazer de colher suas hortaliças e frutíferas diretamente das hortas e pomar, ali mesmo os consumindo, se manifestou a reportagem do Tribuna Amapaense, sobre o valor dessa produção e do consumo de alimentos saudáveis.


“A produção orgânica é importante para a agricultura familiar e para o pequeno produtor. Primeiro porque os produtos são orgânicos e portanto são saudáveis. Ele não tem nenhum defensivo agrícola ou agrotóxico. Eles são ótimos para a saúde e para a vida humana, não vão lhe causar nenhuma doença e as combate. E essa produção mantém a pessoa no campo, mantém ele com um trabalho prazeroso e terceiro que é um nicho que ainda não foi totalmente tomado ou seja, aqui no Amapá tem muitos consumidores que querem consumir produtos orgânicos, uma fruta ou verdura orgânica e é difícil e temos mercado para isso. Assim além de gerar empregos e rendas, e de manter o agricultor no campo produz qualidade de vida”.
A horta orgânica consiste no cultivo de hortaliças, temperos e ervas medicinais sem o uso de agrotóxicos e de maneira ecologicamente correta, ou seja, é uma maneira de plantar e cuidar das hortaliças com técnicas que não poluem a terra e a água, não contaminam as plantas, nem os plantadores e consumidores.
São usados adubos orgânicos e não há uso de produtos químicos. Podemos dizer que é uma maneira de cultivar imitando a natureza, mas com o uso de modernas tecnologias.
A horta além de ser uma fonte alimentar é um importante local de relaxamento que proporciona contato com a terra e a natureza e o prazer de produzir algo, sem falar da economia que podemos conseguir quando cultivamos nossos próprios alimentos, ao invés de comprá-los, com possibilidades de vendê-los, ajudando na renda da família.
Ter uma horta em casa não é difícil, porém é preciso alguns conhecimentos para ter um bom planejamento e uma boa produção.

DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO


Jovens amapaenses estão revelando talento tecnológico no Brasil e no Exterior   

Estamos crescendo na era digital, significa que antigos paradigmas desaparecem e se criam novos. Então, temos de ter os melhores para mostrar o ‘caminho das pedras’ e compartilhar conhecimentos. E o Amapá tem nesses jovens gênios que estão sendo revelados nas escolas amapaenses, públicas e privadas, o seu melhor e que precisam de incentivos e o poder público estadual estar investindo nessa área com a fomentação de projetos científicos.

Reinaldo Coelho

Projetos desenvolvidos por alunos de faculdades, cursos técnicos e escolas públicas e privadas do Amapá tem alcançado sucesso a nível regional, nacional e internacional, com premiações e reconhecimentos de alto nível. O Amapá precisa de avanços tecnológicos através de incentivo e políticas públicas voltadas para a tecnologia, inovação e empreendedorismo.  E o governo estadual tem montado programas e projetos que alavancam o potencial dos jovens amapaenses, principalmente no Ensino Médio, através da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (SETEC) em parcerias com a secretaria de Educação e demais órgãos estaduais.
O importante é fazer eclodir o potencial da garotada amapaense para a produção e para a troca de experiência tecnológica e inventiva. Estamos saindo da era industrial e entrando na era digital. Isso significa que antigos paradigmas desaparecem e se criam novos. Então, temos de ter os melhores para mostrar o ‘caminho das pedras’ e compartilhar conhecimentos. E o Amapá tem nesses jovens gênios, que precisam de incentivos e o poder público estadual estar investindo nessa área.

E mostrando para a sociedade amapaense, poder público e aos futuros apoiadores, que o Amapá tem excelentes projetos de tecnologia que precisam de incentivo e investimento mostrando a capacidade técnica que tem o Estado.
Secretário Rafael Pontes da Setec
O titular da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (SETEC), Rafael Pontes, explicou a reportagem que o desenvolvimento da Ciência, da Tecnologia e Inovação já inicia no Ensino Fundamental estimulando professores que iniciem desenvolvimentos de atividades e promovam iniciação cientifica e o contato dos alunos com a ciência de tal modo que sejam preparado para uma educação com viés cientifico e possam alcançar as Universidades após os seus Ensino Médio.
“O governo do Estado do Amapá vem integrando políticas públicas que possam integrar a educação, a ciência e tecnologia, preparando desde o Ensino Fundamental, Médio e Superior para possam fortalecer essa integração entre as escolas, as Universidades, o mercado e a sociedade. Onde o governo é o ator que promove essas ações”.
O gestor ressaltou que nesse ano vem sendo planejado juntamente com a secretaria de Educação (SEED), a SETEC, as Universidades, as instituições de pesquisas e ouvindo as demandas de mercado e montagem de editais para que possa fomentar direto na educação recursos para desenvolvimento de iniciação científicas e programas de possam gerar projetos, para que os alunos tenham sua iniciação no mundo da Ciência.

“Esse é um projeto que vem gerando brilhantes resultados, não somente para o Amapá, mas tem alavancado todo o talento amapaense em feiras nacionais e internacionais”.
Em 2017 aconteceu o primeiro formato de fomento de editais para professores da rede básica do ensino público, onde foram contemplados professores nos 16 municípios. Rafael Pontes destacou que com isso aconteceram a aprovação de projetos merecedores de premiação no Amapá e que foram representar Brasil a fora em feiras e ações no exterior.
“É uma ação importante que o governo estadual irá manter nesse ano de 2019”, finalizou o secretário.

O papel do professor no desenvolvimento científico

O professor em sala de aula tem a meta de orientar a formação educacional do seus alunos, assim como descobrir e incentivar suas tendências profissionais, através da pesquisa e criatividade científica. O poder público consciente da potencialidade dos jovens que em pleno Século XXI já nascem convivendo com a tecnologia e tem no seu dia a dia conectado com as descobertas cientificas, possuem a capacidade de criar, inventar e adaptar as necessidades de vida com os avanços cientificas, muitas vezes por eles criados.
Professor Aldeni Melo de Oliveira
Um desses mestres reconhecidos no cenário amapaense é o professor Aldeni Melo de Oliveira, 42 anos, há 22 anos atuando no magistério, é Biólogo, Mestre em Ciências e Doutor em Ensino. Procurado pela reportagem do Tribuna Amapaense, ele mostrou-se um entusiasta da pesquisa cientifica que está acontecendo no Amapá.
“Eu já tenho vários projetos premidos e que participaram de Feiras na Argentina, Colômbia, Peru, Azerbaijão. No México foram quatro projetos. Estivemos na maior feira do mundo nos Estados Unidos, onde representamos não só o Estado do Amapá, mais a Região Norte do Brasil e trouxemos o primeiro lugar na Categoria Especial”.

Aldenir Melo e Caio Venicius
Em outubro de 2018, Aldenir Melo e Caio Venicius, uma parceria de sucesso estiveram na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC) 2018, em Novo Hamburgo (RS) com três projetos de estudantes da rede pública de ensino do Amapá foram premiados. Além de medalhas e certificados as iniciativas receberam credenciais para feiras internacionais na Tunísia, Estados Unidos e México.
 
Caio Vinicius um estudante amapaense nos EUA

Em 2018 foi um ano de grandes sucessos de amapaenses nas feiras e eventos nacionais e internacionais conquistando premiações inéditas e trazendo para o Estado projetos científicos laureados pela inovação tecnológica. Em maio de 2018 o Brasil foi representado na Feira Intel-Isef por 25 alunos de diferentes estados e seus 18 projetos, entre eles, o Energia Solar Fotovoltaica, de Caio Vinícius Lima de Souza. A proposta ambiental sustentável dessaliniza água usando energia solar. O projeto, orientado pelo professor Aldeni Melo, da Escola Estadual Santina Rioli, surgiu a partir da realidade vivida pelas famílias da Vila do Sucuriju, no município de Amapá.
O estudante e o professor orientador integraram a delegação brasileira, após conquistar o 6º lugar na Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia (MOSTRATEC), realizada em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, em outubro de 2017. O professor tem outros 15 projetos em desenvolvimento com alunos da rede estadual de ensino do Amapá. A conquista internacional deu um "plus" ao educando.
“Retorno ao Amapá com o sentimento de ter honrado meu Estado e meu país. Sentimento do peito, cheio de orgulho e lágrimas, por saber que a vitória veio apesar das barreiras encontradas pelo caminho, o que deu mais sabor ao prêmio”, destacou Aldeni Melo.
Para o Professor Aldeni Melo o orgulho de ter Caio Venicius como seu orientado é enorme. “O Caio Vinicius Lima é orientado por mim desde quando foi meu aluno no Santina Rioli no 7º ano. Hoje ele estuda o 2º ano do ensino médio no CCA (onde eu não trabalho) continuou na Escola Santina Rioli, porém continuo orientando ele”.

CONSTRUINDO CIDADANIA



Construindo Cidadania
O autor é Roberto Ravagnani, palestrante, jornalista (MTB 0084753/SP), radialista (DRT 22.201), conteudista e Consultor de voluntariado e responsabilidade social empresarial. Voluntário palhaço hospitalar desde 2000, fundador da ONG Canto Cidadão, Associado para o voluntariado da GIA Consultores no Chile, fundador da Aliança Palhaços Pelo Mundo, Conselheiro Diretor da Rede Filantropia, sócio da empresa de consultoria Comunidea e Membro Engage for business. www.robertoravagnani.com.br

Oportunidade


Nós temos sempre a oportunidade de fazer o bem, o certo, mas muitos por muitas vezes insistem em fazer o mais fácil, nem sempre o que é certo.
O fazer o certo quase sempre é difícil, vem acompanhando de responsabilidades e exige atitude diferenciada da maioria das pessoas, por isso é tão difícil e trabalhoso eu diria agir certo e fazer o bem.
Mas não estamos aqui para nos justificar, nosso papel é fazer com que esta atitude possa ser cotidiana, simples, menos complexa, para isso precisamos desmistifica-la:


Foto – Cande Blanco (Mexico)


1 – Fazer o bem e o certo não é para santos ou pessoas puras, é para todos nós, pessoas comuns que querem o melhor para toda a sociedade;
2 – Fazer o bem e o certo não o faz um tolo, um bobo, mas o transforma em um modelo, um exemplo, pois o torna diferente de muitos que não tem esta prática no dia-a-dia;
3 – Fazer o bem e o certo é a melhor maneira de mostrar à sociedade que queremos o melhor para todos e queremos viver de forma correta;
4 – Fazer o certo e o bem é muito mais fácil, pois não precisamos pensar em uma desculpa ou inventar uma história, ela esta pronta para ser utilizada, doa a quem doer;
5 – Para fazer certo e o bem leva o mesmo tempo que o contrário.
Torço para que a maioria dos leitores já estejam nesta trilha do bem e do correto de alguma forma, nas ações dos nossos dias conturbados, nas possíveis ações voluntárias, em atitudes difíceis nos negócios, nas relações quase sempre conturbadas com o poder público.
Vamos quebrar a corrente do contrario a tudo isso que é natural. Esta conversa toda pode parecer um pouco fora do nosso contexto, mas não é, quando falo de voluntariado me refiro a ter ações voluntárias, e por ações voluntárias entenda-se fazer o bem ao próximo e a si mesmo em primeiro lugar, prestar um serviço voluntário é fazer o correto, pois é a preocupação que todos possam estar bem e é o que precisamos para uma sociedade mais justa, mais saudável, é que todos sintam-se bem.
Portanto ações voluntárias independem se são prestadas junto a uma organização ou por você solitariamente e é isso que é difícil, pois ir a uma creche 1 vez por semana é relativamente simples expressar sua bondade, o difícil é ter esta expressão de bondade e de preocupação com o próximo durante todos os 7 dias da semana.
Vamos juntos nos exercitar para exercer o bem e o correto nos próximos trezentos e poucos dias deste restinho de ano que temos?



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