Campanha política tem de tudo, já se sabe, mas uma descompostura senatorial era algo inédito aqui pelas bandas do meio do mundo. Foi exatamente isso que fez o Senador Randolfe Rodrigues (PSOL/AP) no decorrer da semana no programa político do PSOL. Até então Rocha do Sucatão (PT/AP) reinava absoluto com suas esquisitices que já lhe renderam uma centena de votos. É o macaco Tião que fala. Randolfe se igualou ao 1380 quando no programa do PSOL, em tom alucinado, louco, ensandecido, como se estivesse em uma sessão de descarrego na Igreja Universal, disse que se Roberto Góes demonstrasse uma só casa que não tivesse dinheiro federal botaria uma placa em sua casa e votaria nele. A cena foi patética e ridícula digna daqueles que pouco se importam com a reputação.
Randolfe Rodrigues, elogie-se e reconheça-se, ganhou projeção nacional quando denunciou o moralista Demóstenes Torres e só sossegou quando o parlamentar foi botado pra fora do Senado por quebra de decoro. A mídia do sul-maravilha, que julga e condena antes de analisar os fatos, viu em Randolfe Rodrigues o protótipo perfeito de sua ideologia. O Senador amapaense ganhou uma centena de câmeras e microfones que o fez uma celebridade nacional. Depois disso Randolfe Rodrigues "se acha" como dizem os adolescentes em sua linguagem juvenil.
A cena do programa político do PSOL revelou que Randolfe Rodrigues age como um jogador de futebol empolgado com os elogios. Está jogando de sapato alto ou, como afirmam as mulheres em desapreço aos homens vaidosos, pensa que é o último biscoito do pacote. Uma ova. Primeiro, o senador tucuju anula o candidato Clécio Luis quando o faz coadjuvante de um processo em que deveria ser o ator principal; depois, pensa que sua elogiável atuação no senado o torna uma verdade inimpugnável a ponto de debochar do bom senso.
O senador amapaense com os votinhos de apreço da imprensa sulista deveria aproveitar e se lapidar para ser diferente. Contudo, insiste em lustrar a figura do caçador de corruptos ou, como diz, dos inimigos do erário. Todos os políticos que optaram por esse caminho tiveram um triste fim. Os exemplos são fartos e vão do mais proeminente como Collor de Melo ao mais recentemente abatido Demóstenes Torres que, por sinal, era para Randolfe um símbolo da moralidade tanto que o trouxe ao Estado para ministrar palestras, ora vejam, sobre corrupção.
Randolfe perde uma excelente oportunidade de demonstrar maturidade e se firmar como político de proa. Tem um capital de conhecimento que faz seu discurso interessante embora sem muita profundidade. É diferente dos outros políticos exatamente por causa desse ativo intelectual que ostenta, mas isso não é tudo. Esquisitices como a que perpetrou no programa político do PSOL só o tornam igual a Capi e tantos outros, cuja demagogia não engana o mais ingênuo dos bananas. Se fosse Rocha do Sucatão que tivesse produzido aquela cena, vamos lá, mas esperar de Randolfe Rodrigues, ungido pela mídia sulista como um político promissor, uma conduta como essa é, como dizem os boleiros, fazer uma jogada de Pelé e finalizar como um "mané", revelando que tem só lampejos de genialidade, no entanto, está longe de ser um sujeito que sai da lampadinha.
Randolfe Rodrigues saiu da galeria dos políticos decentes para figurar na prateleira dos políticos oportunistas e demagogos. Seu chilique moralista o igualou ao religioso que faz de tudo para tirar o satanás do corpo do fiel e para isso se expõe ao ridículo. Sua camisa suada, sua voz fina ensandecida, seus gestos tresloucados e o olhar de espanto dos presentes, pareciam esperar o Satanás sair do corpo de alguém e ver o triunfo do religioso que cura e espanta o capeta. Saiu o político decente de seu corpo e entrou o espírito dos demagogos que enojam os eleitores. Sai pra lá, Satanás!
Rabiscos
Então Randolfe Rodrigues optou por competir com Rocha do Sucatão e promoveu o maior chilique eleitoral do povo tucuju, Caracas, meu!!!////E eu que tinha Randolfe em boa conta justamente pelo seu ativo intelectual e postura diferenciada, muito embora condenasse o exagero postural, eitcha..../////Sem sacanagem, Randolfe parecia em sessão de descarrego no programa eleitoral tirando o capeta de algum corpo. Pastor, logo. Xô, Satanás!!!/////não vou negar: Randolfe está sacaneando com o Clécio Luis ao torná-lo mero coadjuvante da campanha. Se fosse eu chiava, ah! se chiava!!!/////E deram o "gorrepe" na Secretária de Turismo, aquela que jogou ovo nos parlamentares santanenses. Por que, hein? A secretária era tão fiel, até jogava ovo nos adversários. Égua da pancada/////E as fontes "inidôneas", claro, ganham um creditozinho. Juliano, o primo querido, afastou-se da SEPLAN para cuidar da campanha de Cristina. Isso é praga do Jurandil que disse que o "primo" não entende de orçamento. Acho que é inveja do JJ. Só acho/////E o jornalista "pau mandado", que tenta influenciar julgamento da FAF, se encontrando às escondidas, ainda lambendo as botas do chefe. Tu não és o ético "pistoleiro político". Chispa, patife!!!!.(Ah! estás gravado!)///// E não é que a @CleideNira, aquela que disse pegou uns bofetes de Clécio sumiu do twuitter. Seria a "Samudio" da política. Desapareceram com a @. Eu, hein? (pronúncia bem homo, por favor)/////mais uma vez: Tem um gordinho pedindo para eu perder a calma e soltar um direto, só pode!!! Vai pedir voto, mágico!!!////Pois é, Presidente Arlindo do Oratório e o Delegado Claudionor tiveram vários encontros com o Presidente do TJD, inclusive oferecendo cargo na Defensoria Pública, para ele influenciar no julgamento. Tudo no seu depoimento na Polícia Civil. E aí, Claudionor e Arlindo vocês não são os certinhos? Entenderam, felpudos? E eu é que era o "perigoso", hein "certinhos"?////Dizem os entendidos que Roberto Góes pode levar no 1° turno. Eu também acho, sem qualquer chilique///// E a imprensa PINK, aquela que bajula até os talos, lê meia página do almanaque abril e se acha, como vai? Vocês alguma vez já tiveram chiliques, heim, babys? Hum, sim, qual é a donzela que não tem, né lindas?/////Converso com meu amigo não-moralista Silas Assis, que nunca teve chilique, sobre a postura de políticos. E ele diz: chilique, mano, não é coisa pra homem. Égua!!! não entendi nadinha, sinceramente. Meu patrão eu quero é receber o resto é moralista "chiliquento". Ora vão trabalhar, vagabundos!!!/////Roberto Góes me pergunta se já tive chilique alguma vez. Tá doido, macho/////bye
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