FIEAP
Pede
intervenção do CNI no SESI E SENAI/ Amapá
Da
Editoria
Durante
esta semana, os técnicos nacionais do SESI e SENAI devem aportar em Macapá com
a delicada tarefa de reestruturação da gestão, inclusive administrativa e
financeira, e da operação técnica de forma a garantir o pleno e eficaz
cumprimento da missão do SESI e do SENAI do Estado do Amapá. Isso se deve ao
pedido da atual gestão da FIEAP que denunciou a Confederação Nacional das
Indústrias (CNI) o caos administrativo e financeiro nas entidades regionais do
Grupo, durante uma reunião da atual administração e da diretoria do CNI em
Brasília no fim do mês passado.
Ao tomar
conhecimento parcial da realidade das entidades regionais SESI e SENAI/Amapá o
presidente da CNI, Robson Braga, prometeu o apoio da entidade para sanar e
melhorar os serviços. De imediato foi contrato em parceria CNI e FIEAP a
empresa de auditoria internacional PricewaterhouseCoopers, que constatou a
situação de extrema dificuldade que se encontram essas casas do trabalhador.
De acordo
com a presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP),
Joziane Rocha, logo quefoi constatado os problemas, de imediato foi requerido
junto ao CNI, para que o Conselho Nacional do SESI e do SENAI assumisse a responsabilidade de sanear as contas do SESI
e SENAI no Amapá.“Trabalhamos muito para que a CNI aprovasse nosso pedido de
intervenção junto às entidades regionais do SESI e SENAI aqui no Amapá, pois
desta forma a direção nacional destas entidades tem o prazo de 120 dias para
identificar todos os problemas, sejam de ordem material, administrativas ou
financeiras que impedem hoje o desenvolvimento dessas entidades regionais do
SESI e SENAI, e realizar um verdadeiro choque de gestão, sanando os déficits
orçamentários e injetando os recursos necessários para que o SESI e SENAI no
Amapá alcancem o mesmo nível dos demais Estados brasileiros”.
A
presidente informou ainda, que os problemas originados das gestões anteriores,
se arrastam há anos e nenhuma das administrações que lhe antecederam se
preocuparam em saná-las ou denunciá-las. “A situação estava crônica e sem o
apoio da CNI e do SESI e SENAI nacional seria praticamente impossível elevar a
qualidade dos serviços oferecidos por esses órgãos no Estado, pois é necessário
investimentos para tornar uma gestão mais eficaz e eficiente”, concluiu a
presidente.


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