sexta-feira, 2 de agosto de 2013

 FIEAP
Pede intervenção do CNI no SESI E SENAI/ Amapá
 
A presidente Jozi Rocha e os demais membros do sistema FIEAP
Da Editoria

Durante esta semana, os técnicos nacionais do SESI e SENAI devem aportar em Macapá com a delicada tarefa de reestruturação da gestão, inclusive administrativa e financeira, e da operação técnica de forma a garantir o pleno e eficaz cumprimento da missão do SESI e do SENAI do Estado do Amapá. Isso se deve ao pedido da atual gestão da FIEAP que denunciou a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) o caos administrativo e financeiro nas entidades regionais do Grupo, durante uma reunião da atual administração e da diretoria do CNI em Brasília no fim do mês passado.


Ao tomar conhecimento parcial da realidade das entidades regionais SESI e SENAI/Amapá o presidente da CNI, Robson Braga, prometeu o apoio da entidade para sanar e melhorar os serviços. De imediato foi contrato em parceria CNI e FIEAP a empresa de auditoria internacional PricewaterhouseCoopers, que constatou a situação de extrema dificuldade que se encontram essas casas do trabalhador.

De acordo com a presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amapá (FIEAP), Joziane Rocha, logo quefoi constatado os problemas, de imediato foi requerido junto ao CNI, para que o Conselho Nacional do SESI e do SENAI assumisse  a responsabilidade de sanear as contas do SESI e SENAI no Amapá.“Trabalhamos muito para que a CNI aprovasse nosso pedido de intervenção junto às entidades regionais do SESI e SENAI aqui no Amapá, pois desta forma a direção nacional destas entidades tem o prazo de 120 dias para identificar todos os problemas, sejam de ordem material, administrativas ou financeiras que impedem hoje o desenvolvimento dessas entidades regionais do SESI e SENAI, e realizar um verdadeiro choque de gestão, sanando os déficits orçamentários e injetando os recursos necessários para que o SESI e SENAI no Amapá alcancem o mesmo nível dos demais Estados brasileiros”.

A presidente informou ainda, que os problemas originados das gestões anteriores, se arrastam há anos e nenhuma das administrações que lhe antecederam se preocuparam em saná-las ou denunciá-las. “A situação estava crônica e sem o apoio da CNI e do SESI e SENAI nacional seria praticamente impossível elevar a qualidade dos serviços oferecidos por esses órgãos no Estado, pois é necessário investimentos para tornar uma gestão mais eficaz e eficiente”, concluiu a presidente.





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