"A todos os amapaenses e os que adotaram o Amapá como terra do coração faça algo grandioso por essa terra, pois o Amapá abraçou tanta gente do Brasil inteiro até mesmo do exterior. Abraçou como fossem filhos legítimos e é assim que eu espero que os amapaenses continuem essa jornada, abraçando a todos nós como seres humanos e irmãos".
Valdemar Oeiras Monteiro, aposentado
Esta semana quando o Amapá completou 70 anos de criação, a equipe de reportagem do T.A teve o privilégio de entrevistar Valdemar Oliveira Oeiras Monteiro de 78 anos, Paraense. Valdemar atuou por mais de três décadas na Área administrativa da Educação Amapaense. Nascido na capital das mangueiras, Belém, no dia 05 de vembro de 1954, do signo de Escorpião, filho de militar Pascoal Oeiras Monteiro e da Dona de Casa. Maria de Nazaré Oeiras Monteiro, teve quatro irmãos. Os estudos de Valdemar foram feitos nas melhores escolas paraense. "Fiz o Ensino Primário no Colégio Justo Chermont e conclui no Colégio Dr Freitas; no Colégio Lauro Sodré, conclui o segundo grau, hoje Ensino Médio".
Correspondendo o que diz sobre os nascidos do signo de escorpião ele é emotivo, decidido, poderoso e apaixonado. Já rapaz e procurando assumir responsabilidade junto a sua família, Valdemor teve informações de que após a criação do Território Federal do Amapá, estava sendo contratado pelo então governo de Janary Nunes, para atuarem em todas as frentes de trabalho e em todos os níveis escolares. "Aqui só não se empregava quem não quisesse, tinha emprego do professor ao médico, do carpinteiro, pedreiro, eletricista, advogado, enfim o Amapá estava um canteiro de obras".
Valdemar conta que seu primeiro emprego no Amapá, foi na então Divisão de Produção, que atuava no setor agrícola ele trabalhava na parte administrativa da divisão. "Passei uma três anos na Divisão de Produção depois fui atuar na Indústria e Comércio de Minérios S/A (ICOMI) onde exerci o cargo administrativo por seis anos e acompanhei o crescimento e expansão dessa grande empresa mineral no Amapá. Atuei em Campo Grande, Cupixi e em Serra do Navio".
Esse desbravador, agora se sentindo amapaense, retornou aos quadros do governo, porém, já concursado. Foi lotado na Divisão de Educação e passou a exercer o cargo de Supervisor Administrativo, atuando com a distribuição de material permanente nas escolas de todo o Território do Amapá.
Exerceu suas funções sob muitas administrações sempre preocupadas a fazer o melhor pelas escolas e automaticamente para uma educação de qualidade no Amapá, e isso tinha reflexo na aprovação e na qualidade do ensino elogiado pelos Ministérios do Interior e da Educação e Cultura. "Na minha época, não tínhamos asfalto nas BR 156 e 210, enchíamos os caminhões de mesas, cadeiras escolar e outros itens necessários para o funcionamento das Escolas Isoladas e Agrupadas íamos enfrentando os atoleiros e as vacinais mal desenhadas na floresta amazônica, mais era um serviço que fazíamos com gosto".
Valdomiro destaca que naquela época, as distancias eram grandes e de difícil acesso, porém era pequeno o numero de escolas. "Hoje o Estado cresceu e o numero de escolas cresceram, assim como o numero de alunos. Tínhamos quatro municípios, hoje são dezesseis e claro a logística é outra, porém nos vestíamos a camisa da educação".
Ele relembra que tudo era centralizado na então Divisão de Educação e Cultura. "Tínhamos nossos carpinteiros, eletricista, mecânicos, pilotos de voadeira, motoristas, pintores, enfim os serviços de reforma das escolas eram executados pelo próprio órgão. Hoje tem as construtoras que executam esses serviços".
Valdomiro se emociona quando relembra esses fatos e realça que: "Do vigia ao titular da educação, todos tem que ser educadores, pois têm de gostar do que estão fazendo e do que foi colocado sob sua responsabilidade, pois quem trabalha na entrega do pincel atômico usado nos quadros, antes quadro negro ao que faz a merenda escolar está ajudando na formação de jovens que irão fazer desenvolvimento do Estado do Amapá. Então, todos são importantes no segmento da Educação".
Ao analisar os governos com que atuou Valdomiro é enfático. "Muita coisa mudou no Amapá, felizmente, muito foi para melhor, cada governador, cada prefeito que passa por uma administração deixa seu legado, pode até ser ruim, mais deixa sempre algo de bom. Trabalhei do Janary Nunes até João Alberto Capiberibe e sei que eles fizeram alguma coisa de bom para o Amapá. Alguns por terem mais ligação com o governo central fizeram mais"
Família
Quando tocado no assunto família, Valdomiro demonstra tristeza e melancolia, pois está viúvo de sua amada há quase dez anos. Mais demonstrado o poder do escorpiano ele diz que não gosta do superficial, das relações sem sentido. O escorpiano não vê com bons olhos os afagos fáceis e também não suporta a adulação. Foi assim que conseguiu conquistar sua amada, "Foi nessa época de festividades cívica, que era muito cultivada no Amapá antigo, que conheci Antonia Rosilda da Silva, (falecida), aluna da Escola Doméstica do Amapá, hoje Santina Riolli, durante os desfiles escolares no Distrito de Fazendinha, onde hoje é a Exopofeira".
Trinta anos de casamento e dele nasceram nove filhos, que de acordo com o Valdomiro estão todos formados com curso superior e estabilizados na vida. "Estou com vinte anos de aposentado e perdi minha amada há dez anos, não lembro o numero de netos e bisnetos. Mais estou muito tranquilo".
Esta semana quando o Amapá completou 70 anos de criação, a equipe de reportagem do T.A teve o privilégio de entrevistar Valdemar Oliveira Oeiras Monteiro de 78 anos, Paraense. Valdemar atuou por mais de três décadas na Área administrativa da Educação Amapaense. Nascido na capital das mangueiras, Belém, no dia 05 de vembro de 1954, do signo de Escorpião, filho de militar Pascoal Oeiras Monteiro e da Dona de Casa. Maria de Nazaré Oeiras Monteiro, teve quatro irmãos. Os estudos de Valdemar foram feitos nas melhores escolas paraense. "Fiz o Ensino Primário no Colégio Justo Chermont e conclui no Colégio Dr Freitas; no Colégio Lauro Sodré, conclui o segundo grau, hoje Ensino Médio".
Correspondendo o que diz sobre os nascidos do signo de escorpião ele é emotivo, decidido, poderoso e apaixonado. Já rapaz e procurando assumir responsabilidade junto a sua família, Valdemor teve informações de que após a criação do Território Federal do Amapá, estava sendo contratado pelo então governo de Janary Nunes, para atuarem em todas as frentes de trabalho e em todos os níveis escolares. "Aqui só não se empregava quem não quisesse, tinha emprego do professor ao médico, do carpinteiro, pedreiro, eletricista, advogado, enfim o Amapá estava um canteiro de obras".
Valdemar conta que seu primeiro emprego no Amapá, foi na então Divisão de Produção, que atuava no setor agrícola ele trabalhava na parte administrativa da divisão. "Passei uma três anos na Divisão de Produção depois fui atuar na Indústria e Comércio de Minérios S/A (ICOMI) onde exerci o cargo administrativo por seis anos e acompanhei o crescimento e expansão dessa grande empresa mineral no Amapá. Atuei em Campo Grande, Cupixi e em Serra do Navio".
Esse desbravador, agora se sentindo amapaense, retornou aos quadros do governo, porém, já concursado. Foi lotado na Divisão de Educação e passou a exercer o cargo de Supervisor Administrativo, atuando com a distribuição de material permanente nas escolas de todo o Território do Amapá.
Exerceu suas funções sob muitas administrações sempre preocupadas a fazer o melhor pelas escolas e automaticamente para uma educação de qualidade no Amapá, e isso tinha reflexo na aprovação e na qualidade do ensino elogiado pelos Ministérios do Interior e da Educação e Cultura. "Na minha época, não tínhamos asfalto nas BR 156 e 210, enchíamos os caminhões de mesas, cadeiras escolar e outros itens necessários para o funcionamento das Escolas Isoladas e Agrupadas íamos enfrentando os atoleiros e as vacinais mal desenhadas na floresta amazônica, mais era um serviço que fazíamos com gosto".
Valdomiro destaca que naquela época, as distancias eram grandes e de difícil acesso, porém era pequeno o numero de escolas. "Hoje o Estado cresceu e o numero de escolas cresceram, assim como o numero de alunos. Tínhamos quatro municípios, hoje são dezesseis e claro a logística é outra, porém nos vestíamos a camisa da educação".
Ele relembra que tudo era centralizado na então Divisão de Educação e Cultura. "Tínhamos nossos carpinteiros, eletricista, mecânicos, pilotos de voadeira, motoristas, pintores, enfim os serviços de reforma das escolas eram executados pelo próprio órgão. Hoje tem as construtoras que executam esses serviços".
Valdomiro se emociona quando relembra esses fatos e realça que: "Do vigia ao titular da educação, todos tem que ser educadores, pois têm de gostar do que estão fazendo e do que foi colocado sob sua responsabilidade, pois quem trabalha na entrega do pincel atômico usado nos quadros, antes quadro negro ao que faz a merenda escolar está ajudando na formação de jovens que irão fazer desenvolvimento do Estado do Amapá. Então, todos são importantes no segmento da Educação".
Ao analisar os governos com que atuou Valdomiro é enfático. "Muita coisa mudou no Amapá, felizmente, muito foi para melhor, cada governador, cada prefeito que passa por uma administração deixa seu legado, pode até ser ruim, mais deixa sempre algo de bom. Trabalhei do Janary Nunes até João Alberto Capiberibe e sei que eles fizeram alguma coisa de bom para o Amapá. Alguns por terem mais ligação com o governo central fizeram mais"
Família
Quando tocado no assunto família, Valdomiro demonstra tristeza e melancolia, pois está viúvo de sua amada há quase dez anos. Mais demonstrado o poder do escorpiano ele diz que não gosta do superficial, das relações sem sentido. O escorpiano não vê com bons olhos os afagos fáceis e também não suporta a adulação. Foi assim que conseguiu conquistar sua amada, "Foi nessa época de festividades cívica, que era muito cultivada no Amapá antigo, que conheci Antonia Rosilda da Silva, (falecida), aluna da Escola Doméstica do Amapá, hoje Santina Riolli, durante os desfiles escolares no Distrito de Fazendinha, onde hoje é a Exopofeira".Trinta anos de casamento e dele nasceram nove filhos, que de acordo com o Valdomiro estão todos formados com curso superior e estabilizados na vida. "Estou com vinte anos de aposentado e perdi minha amada há dez anos, não lembro o numero de netos e bisnetos. Mais estou muito tranquilo".
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