sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O governo apócrifo

É isso. Sem meias palavras. Assim, direto. O Amapá possui um governo apócrifo. Sem legitimidade. Falso. Um governo autônomo que ignora a heteronomia ou o estado democrático de direito.
Os atos que o governo e sua trupe protagonizam no Amapá é de uma idiossincracia hilariante. Deixa qualquer cidadão sério de boca aberta. As atitudes bizarras, marginais e anormais são praticadas sem constrangimento. Pisoteiam nas leis. O Ministério Público impávido não mexe um músculo em socorro do seu mister. Mudo cego e surdo para as coisas ilegais que pratica o executivo estadual 
Oiapoque serviu de palco para um ato débil, inexplicável. O povo que compareceu na ação do PPAP - Plano Pluri Anual Participativo recebeu; pasmem! Um pinto (galinhaceo). Claro que a maioria faltou a festa do governador e, lógico, por puro bom censo. Não iriam corroborar com essa farra já apelidada do PPAP Plano Pluri Anual da Pintarada.

Talvez minha limitada inteligência não permita alcançar a profundidade do ato. Mas sinceramente creio que não tenha sido criar um pólo granjeiro naquela esquecida região, pois, os pintos, recém nascidos, não permitiam que um leigo identificasse o sexo deles. Ofensa ao massacrado povo do Oiapoque.

A atitude podia ser encarada como uma piada, caso o município não vivesse o pior momento da sua história no aspecto econômico e social. A região limítrofe com a Guiana Francesa é tensa. Frequentemente ocorre confrontos entre brasileiros e a polícia daquele país. Geralmente com desfecho desfavorável aos desprotegidos brasileiros que insistem em atuar nos garimpos da Guiana, o que incomoda bastante a metrópole francesa.

Os assassinatos de brasileiros naquela região ultra mar da França está prestes a ser legitimada pelo Congresso Nacional Brasileiro, pois referendado pelo governo brasileiro já foi. E é ardorosamente defendida pelos Capiberibe, que encontram razão para admitir que a Polícia Francesa adentre em território brasileiro, ferindo de morte a soberania nacional. Mas quem se importa com os brasileiros que residem em Oiapoque? O governador chileno Camilo Capiberibe? Não! Claro que não, para ele o caboclo do Oiapoque vale um pinto.

Não obstante, o secretário de araque Mário Brandão, animador de festa e um hábil negociador ganhou de presente uma pasta de governo. A Secretaria de Desporto e Lazer por ter ingressado no grupo político da petista Dora Nascimento. Mário Brandão foi uma invenção de Rosemiro Rocha, Como animador cultural deu certo, mas foi como animador de festa na Boite da qual era sócio. Dimpu's Club em Santana que se notabilizou. Mais nenhum mérito além desse. A este neófito lhe foi dada a responsabilidade de conduzir a política de desporto e de lazer do Estado do Amapá, pasmem! 

O resultado dessa irresponsabilidade está materializada num documento ou no que deveria ser um documento de uma reunião onde ele, na condição de secretário apõe em uma folha de papel, com nove linhas digitadas, subscritas pelos presidentes ou representante de clubes profissionais que disputam o campeonato amapaense da categoria uma decisão constitucional. A de fomentar o futebol profissional. Só que o ato está registrado numa folha de papel sem o timbre do governo, sem a identificação da Sedel e com as assinaturas não reconhecidas em Cartório. Por tanto, um documento apócrifo, sem valor jurídico e público. 

Para os homens que ainda acreditam no estado democrático de direito uma aberração administrativa. Para Mário Brandão uma solução malandra de um imbróglio que tem sido pauta dos veículos de comunicação que agonizam tentando fazer uma oposição responsável a um governo irresponsável.


Naquela folha de papel, no dizer do decano do rádio, José Caxias, uma folha de papel de embrulhar pão, está caracterizado indubitavelmente a forma como o Amapá vem sendo tratado por um moço, jovem, estudado, mas sem o menor compromisso com o Amapá. Viveu e vive até hoje surfando na crista da onda que o sobrenome lhe dá. Apesar dos mais atentos perceberam que a história contada pelos país é também fruto de uma imaginação fértil. Capiberibe, os apócrifos. O Amapá está insipido e inodoro e morrendo aos poucos, vítimas que fomos da malfadada "Operação Mãos Limpas".

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ARTIGO DO GATO - Amapá no protagonismo

 Amapá no protagonismo Por Roberto Gato  Desde sua criação em 1988, o Amapá nunca esteve tão bem colocado no cenário político nacional. Arri...