sexta-feira, 21 de março de 2014

Editorial

Editorial-------------------------------------------

Tempos melhores virão

O amapaense tem se dito abandonado ultimamente. Tal afirmação é comprovada no dia a dia, basta apenas dar um breve passeio pela cidade. Desde o início do ano, com o período chuvoso rigoroso que o Estado vem enfrentando, os problemas têm surgido aos montes, sem qualquer solução ou preocupação para serem resolvidos.
Canais transbordam, casa inundam, carros caem em valas e canais e os buracos destroem peças de veículos desestruturando orçamentos de quem trabalha duro para pagar as contas. Esta é a realidade do vai e vem de nossas ruas sofridas e cheias de remendos que nada adiantam para conter a buraqueira, a não ser a tal operação tapa buracos, que o prefeito anunciou que seria de primeiro mundo, com um compactador em vez dos pneus dos próprios carros. Mentira, nada disso aconteceu.
Eles chegaram a anunciar uma tal parceria. Mentira de novo. Mas o que levaria os dois gestores, um do Estado e o outro do município mais populoso a mentir tanto? Enquanto em tempos passados as parcerias funcionavam, nesta, ela não passa de lorota e enganação.
Já houve uma época nesse estado em que GEA e PMM disputavam para fazer mais. Hoje, o que existe é inoperância, incompetência e uma disposição acima do normal para mentir. Tudo caminha a passo de tartaruga. É tudo jogo de cena, com direito à maquiagem para propaganda e tudo o mais, e de quebra entrevista em canal de tv que recebe para falar bem de um ou de outro.
Engana-se quem pensa que o povo é burro, como dizem os intelectualóides de esquerda. A força de um povo revoltado é incomum e mostrada com um ato que não requer o uso de músculos ou violência. Ele vem na ponta dos dedos a sós com uma maquininha chamada urna eletrônica.

É ali, sozinho com sua indignação que o cidadão decide que chega de sofrer. É ali, a sós com sua consciência, que o povo mostra que sabe pensar. É ali, frente à frente com a fotografia de seus algozes, que o povo dá um sorrisinho de canto de boca ao olhar a fotografia daquele ou daquela que o massacrou por quatro anos e diz: Agora chega. É lá, a sós consigo que ele experimenta a plenitude da força que tem. Avante, tempos melhores virão. Eles são muitos, mas simplesmente passam

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ARTIGO DO GATO - Amapá no protagonismo

 Amapá no protagonismo Por Roberto Gato  Desde sua criação em 1988, o Amapá nunca esteve tão bem colocado no cenário político nacional. Arri...