segunda-feira, 13 de abril de 2015

POLÍTICA


R$ 3 bilhões
É quanto a dois anos o prefeito Clécio disse que precisaria. É quanto a prefeitura precisaria para tornar de Macapá uma cidade melhor pra se viver. Desse montante, R$ 1 bilhão e 300 milhões seriam apenas para pavimentação. Sem uma solução para a malha viária, a prefeitura logo logo vai enfrentar outro embate: terá de reajustar a tarifa de ônibus, sob pena de ver o serviço paralisado. É que não cumpriu sua parte no acordo formulado em 2013 e que possibilitou a redução da tarifa.

Sobre essa onda de ostentação...
Sou um crítico mordaz dessa ostentação desenfreada nas redes sociais. Um país jamais se fortalecerá com uma juventude que acha que estar no ápice do sucesso é estar com uma garrafa de vodka na mão, e não um diploma.

Aliás...
Pessoas que conseguem te fazer esquecer do celular enquanto você está com elas. São essas pessoas que você deve manter por perto.

História do Amapá
Reputo Fernando Rodrigues como um grande historiador. Terminei de ler esta semana seu mais recente livro: História da Conquista do Amapá. A obra é primorosa e resgata a conquista desta região de 1500 a 1800. Vale a pena ser lida.

Falando em história
Isabel de Castela, a rainha que financiou Colombo, dizia que só usou água para higiene pessoal duas vezes na vida: ao nascer e ao casar. Da primeira, não lembrava em que parte do corpo; da segunda, Dom Fernando determinou. Para que se consumasse a união das realezas.

Senado
Com exceção dos “militontos” que usam as redes sociais para ovacionar Camilo e tentar linchar Waldez, não se vê nas ruas quem confirme um dia ter votado nos Capiberibe. Em 2018, o clã sabe que a única chance de sobrevivência política da família é a reeleição de Capi ao senado. Coisa que pode ser bem difícil. Será uma eleição de renovação de dois terços daquela casa. Com Randolfe e Capi enfraquecidos, sem duvida surgirão novos nomes.


FOLCLORE POLÍTICO



O eleitor entra no gabinete do candidato a prefeito, esparrama-se na poltrona e diz:
Eu vim aqui porque estou precisando de umas dúzias de tábua pra construir um puxadinho lá em casa para o meu filho que acaba de casar.
Mas eu não estou dando madeira, diz o candidato
Bom, então eu aceito alguns milheiros de tijolo pra levantar o muro de casa.
Mas eu não estou dando tijolo.
- Então me dê uma passagem pra Belém que eu quero visitar uns parentes que tenho por lá.
- Também não estou dando passagens.
- O que o senhor está dando então?
- Eu dou esperança e a minha palavra de que essa cidade vai melhorar muito se eu for eleito.
- Pois isso que o senhor tá dando eu não quero.
- Por que?
- Esperança não enche barriga e político de palavra ainda não nasceu.
(Do livro “Zero Voto”, de Alcinéa Cavalcante e Rostan Martins)




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