INTERMUNICIPAL
Cutias e Calçoene, um clássico na decisão.
Reinaldo Coelho
Mesmo jogando fora de casa a equipe
calçoenense venceu pelo placar de 1 a 0 a equipe de Cutias do Araguari pela
final do Campeonato Intermunicipal de Amapá. O clássico aconteceu no Estádio
Geraldão, na cidade cutiense, a 183 quilômetros de Macapá.
A vitória dá vantagem de empate para
Calçoene, que decidirá o campeonato diante da sua torcida, no jogo de volta que
deverá acontecer no Estádio Felipão.
Em caso de vitória de Cutias pelo mesmo
placar, a decisão vai ser decidida nos pênaltis. O confronto será realizado neste
sábado (21), às 15h30, no Estádio Felipão, em Calçoene, a 274 quilômetros de
Macapá.
Liberação de público e segurança nos estádios
adiou decisão pela Federação Amapaense de Futebol (FAF). E como em todo clássico a preocupação é com a
rivalidade dentro e fora de campo, o primeiro jogo estava marcado para 28 de
outubro. A preocupação da FAF estava relacionada com os gramados e a segurança
nas partidas, sendo até cogitada a possibilidade dos dois jogos da decisão
acontecerem no Estádio Zerão, em Macapá. O impasse fez com que as datas fossem
adiadas.
Após reuniões entre a Federação Amapaense de
Futebol (FAF) e representantes dos municípios de Cutias e Calçoene, ficou
acordado que as prefeituras seriam responsáveis pela manutenção dos campos e o
reforço do policiamento nas partidas.
Clássico
Os confrontos entre os times de Cutias e
Calçoene viraram clássicos. É a terceira vez seguida em que as equipes se
enfrentam na final do torneio que iniciou com representantes dos 16 municípios
do Estado. Calçoene foi a primeira a se classificar para a decisão, mas Cutias
tem o peso atual do bicampeonato seguido, onde venceu as duas últimas edições
em cima do adversário desta final.
Em 2014, o clássico se repetiu e Cutias (que
também conquistou o titulo em 2012) levantou o caneco na casa da seleção de
Calçoene. No tempo regular Cutias fechou o primeiro tempo com o placar
sinalizando 1 x 0. No retorno a equipe dona da casa tentou mudar o resultado,
pois como os visitantes haviam vencido o primeiro confronto por um a zero, os
resultados levavam a partida para os pênaltis.
Nessa data goleiro Bode se torna o herói da
conquista, garantindo o bicampeonato aos visitantes, com sua defesa ao chute
fraco de Railson, terminando com o placar de 6 a 5 nos pênaltis.

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