sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Editorial






Gestão pública eficiente resgatando a economia do Amapá

O mês de setembro, devido a mudança de estação, os desastres da natureza vêm arrasando cidades caribenhas e americanas com a passagem dos Furacões Harvey e Irma, provocando prejuízos de bilhões de dólares e na última semana foi a cidade do México que sofreu a ação de um terremoto que causou sérios prejuízos. Enquanto isso, Brasília mantinha-se com a tempestade tropical que já dura quatro anos, que vem arrasando o Brasil de ponta a ponta, causando prejuízos ainda incalculáveis de bilhões de reais.
Essa situação jogou a economia brasileira, que estava se estabilizando, de novo para o “olho” do furacão da recessão, jogando todas as Unidades Federadas em uma crise econômica, a maior da história do Brasil. Porém, de acordo com especialistas, esses “abalos sísmicos” da política brasileira dessa vez não agrediram a combalida economia nacional.
A crise que trouxe queda no PIB Brasileiro na ordem de um encolhimento de
1%, que não é pouca coisa, são quase R$ 50 bilhões a menos sendo produzidos em termos de bens e serviços e em consequência a queda nos repasses federais aos Estados e municípios, destruiu economias envergaduras de Estados ricos como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
Essas economias estaduais sentiram o baque em seus cofres e mais ainda a do Estado do Amapá, que depende do Repasse Constitucional para manter a sua máquina de governo funcionando e atendendo as necessidades básicas do cidadão, aliado a isso veio a queda de arrecadação estadual. Os governos tiveram de ativar as estratégias de administração pública e realizar cortes e efetuar mudanças para driblar a crise.
E foi o que aconteceu no Amapá, Waldez Góes, desde que assumiu o governo estadual, em 2015, em seu terceiro mandato, experiente na administração das coisas públicas, colocou em prática ações para superar a crise e vem conseguindo.
Iniciou o ajuste fiscal com diversas medidas, que têm dado resultados práticos. E se propôs a derrubar a estimativa de que o Instituto Fiscal Independente, vinculado ao Senado Federal, que apontou a recuperação do déficit primário de Amapá e Rio Janeiro, como os mais longos do país: apenas em 2025 e pela previsão da equipe econômica amapaense, isso vai acontecer muito antes.
Devido as ações do governo promete reverter esse período de reversão fiscal antes do prazo que o estudo estipulou. O Amapá var superar a crise antes do que se imagina. Boa parte do que é proposto pelo próprio estudo já é aplicado pelo Estado. Por isso, que mesmo tendo proporcionalmente parâmetros de déficit similares aos do Rio de Janeiro, o Amapá está numa realidade econômica completamente melhor que o estado carioca.
E a prova da superação já está se concretizando, com a deflação de – 1,8% do mês de agosto, mantendo uma queda que vem incidindo a dois meses. Lembrando que no Amapá historicamente a inflação era maior do que no restante do país, e hoje está abaixo da média nacional.
Enquanto isso o governo carioca está negociando empréstimos com aval federal, para atualizar sua folha de pagamento e o Amapá, mesmo parcelado, nunca atrasou o pagamento de seus servidores.
Este tem sido o modelo de governo adotado governador Waldez Góes, que está promovendo uma ampla transformação social.

Apesar de ter recebido a administração em dificuldade financeiras e organizacionais, Waldez, assessorado por uma equipe que tem dado demonstração de competência, reorganizou as finanças do Estado e está investindo os recursos públicos com seriedade, eficiência e transparência, melhorando as cidades e a qualidade de vida dos seus moradores.

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