Gestão pública eficiente resgatando a economia do Amapá
O mês de setembro, devido a mudança de
estação, os desastres da natureza vêm arrasando cidades caribenhas e americanas
com a passagem dos Furacões Harvey e Irma, provocando prejuízos de bilhões de
dólares e na última semana foi a cidade do México que sofreu a ação de um
terremoto que causou sérios prejuízos. Enquanto isso, Brasília mantinha-se com a
tempestade tropical que já dura quatro anos, que vem arrasando o Brasil de
ponta a ponta, causando prejuízos ainda incalculáveis de bilhões de reais.
Essa situação jogou a economia brasileira,
que estava se estabilizando, de novo para o “olho” do furacão da recessão,
jogando todas as Unidades Federadas em uma crise econômica, a maior da história
do Brasil. Porém, de acordo com especialistas, esses “abalos sísmicos” da
política brasileira dessa vez não agrediram a combalida economia nacional.
A crise que
trouxe queda no PIB Brasileiro na ordem de um encolhimento de
1%, que não é
pouca coisa, são quase R$ 50 bilhões a menos sendo produzidos em termos de bens
e serviços e em consequência a queda nos repasses federais aos Estados e
municípios, destruiu economias envergaduras de Estados ricos como Rio de
Janeiro e Rio Grande do Sul.
Essas
economias estaduais sentiram o baque em seus cofres e mais ainda a do Estado do
Amapá, que depende do Repasse Constitucional para manter a sua máquina de
governo funcionando e atendendo as necessidades básicas do cidadão, aliado a
isso veio a queda de arrecadação estadual. Os governos tiveram de ativar as
estratégias de administração pública e realizar cortes e efetuar mudanças para
driblar a crise.
E foi o que
aconteceu no Amapá, Waldez Góes, desde que assumiu o governo estadual, em 2015,
em seu terceiro mandato, experiente na administração das coisas públicas,
colocou em prática ações para superar a crise e vem conseguindo.
Iniciou o
ajuste fiscal com diversas medidas, que têm dado resultados práticos. E se
propôs a derrubar a estimativa de que o Instituto Fiscal Independente,
vinculado ao Senado Federal, que apontou a recuperação do déficit primário de
Amapá e Rio Janeiro, como os mais longos do país: apenas em 2025 e pela
previsão da equipe econômica amapaense, isso vai acontecer muito antes.
Devido as
ações do governo promete reverter esse período de reversão fiscal antes do prazo
que o estudo estipulou. O Amapá var superar a crise antes do que se imagina.
Boa parte do que é proposto pelo próprio estudo já é aplicado pelo Estado. Por isso,
que mesmo tendo proporcionalmente parâmetros de déficit similares aos do Rio de
Janeiro, o Amapá está numa realidade econômica completamente melhor que o
estado carioca.
E a prova da
superação já está se concretizando, com a deflação de – 1,8% do mês de agosto, mantendo
uma queda que vem incidindo a dois meses. Lembrando que no Amapá historicamente
a inflação era maior do que no restante do país, e hoje está abaixo da média
nacional.
Enquanto isso
o governo carioca está negociando empréstimos com aval federal, para atualizar
sua folha de pagamento e o Amapá, mesmo parcelado, nunca atrasou o pagamento de
seus servidores.
Este tem sido
o modelo de governo adotado governador Waldez Góes, que está promovendo uma
ampla transformação social.
Apesar de ter
recebido a administração em dificuldade financeiras e organizacionais, Waldez,
assessorado por uma equipe que tem dado demonstração de competência,
reorganizou as finanças do Estado e está investindo os recursos públicos com
seriedade, eficiência e transparência, melhorando as cidades e a qualidade de
vida dos seus moradores.

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