No Amapá, Ciro Gomes prioriza segurança pública para estados fronteiriços
O candidato a Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), fez
campanha em Macapá no início da tarde deste sábado (15) onde ele chegou
acompanhado pelo ex-ministro do Trabalho e presidente nacional da legenda,
Carlos Lupi. No aeroporto de Macapá, Ciro foi recepcionado pelo candidato à
reeleição ao governo do Amapá, Waldez Góes, que é presidente do diretório
estadual do PDT. Durante o evento, Ciro Gomes também anunciou apoio
incondicional à candidatura do atual governador Waldez Góes.
O primeiro ato de campanha aconteceu em uma casa de eventos
no bairro Beirol. Na chegada, Ciro falou com a imprensa, destacou as principais
propostas de seu plano de governo, especialmente, as que são voltadas para o
desenvolvimento dos estados da Região Norte.
Na área da segurança pública, o candidato pedetista anunciou
que pretende criar a Guarda Nacional de Fronteiras.
“A violência tem como principal combustível o tráfico de
drogas. A partir disso, todos os outros crimes eclodem no país. Para combater a
entrada dessa droga, vamos criar a Guarda Nacional de Fronteiras. Será um
efetivo pequeno, mas intensamente tecnológico e que vai fiscalizar 17 mil
quilômetros de fronteira seca e 8,4 mil quilômetros de fronteira molhada com o
aparato tecnológico de satélites, georreferenciamento, drones, escanners,
enfim, vai atuar modernamente na repressão a todos os tipos de crimes nas
fronteiras”, assegurou.
Ciro Gomes também avaliou o resultado da mais recente
pesquisa do Instituto Datafolha, que o coloca na segunda posição, empatado com
o candidato do PT, Fernando Haddad. Ciro também não economizou nas críticas ao
General Hamilton Mourão, vice da chapa de Jair Bolsonaro (PSL).
“Esse candidato [Mourão] é um jumento de carga, sabe como é?
Um jumento de carga é aquele que até presta serviço carregando a carga, mas não
tem absolutamente nada na cabeça, e não falo isso por qualquer tipo de deboche.
Nós, brasileiros, precisamos pôr a barba de molho, porque existe ai uma
turminha que acha que tem o direito de usurpar a democracia, e de voltar com a
violência. Ele próprio deu outra declaração dizendo que ele é profissional da
violência, e nós precisamos dizer que isso aqui é uma democracia para sempre,
que quem manda nessa nação é o povo trabalhador brasileiro, e que quem se
aventurar a romper a democracia não passa de um jumento de carga e assim será
desrespeitado”, disse.
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