quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Amados e (muito) odiados





POLITICA NACIONAL

Amados e (muito) odiados
Irineu Machado, gerente-geral de Notícias
O grande desafio de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial é enfrentar um nível recorde de taxa de rejeição junto aos eleitores. Os dois chegaram ao segundo turno com mais de 40% de taxa de rejeição. O repórter Leandro Prazeres conversou com cientistas políticos e com o diretor do instituto Datafolha para explicar como a rejeição afeta as estratégias dos candidatos.
 
A primeira pesquisa eleitoral deste segundo turno foi divulgada na noite de ontem pelo Datafolha. Bolsonaro aparece com 58% dos votos válidos e Haddad tem 42%.
 
Quem aí não entrou em nenhuma discussão com parentes, amigos e colegas de trabalho por causa da disputa Bolsonaro x PT? E quantos boatos e notícias falsas na guerra recebidos via Whatsapp estão por trás dessas discussões que levam ao rompimento de relações? O fato é que há uma verdadeira indústria de desinformação agindo por meio do aplicativo. Reportagem de Bruna Souza Cruztrata da questão: seria o Whatsapp o grande vilão dessas eleições?
 
"Como a minha mãe morreu?"; "Como era a voz dela?" "Por que meu pai quis me matar?"... Essas perguntas são comuns na vida de Bruninho, o filho de Eliza Samudio com o goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses de prisão pela morte dela. Quem relata é a mãe de Eliza Samudio. Não perca a entrevista da repórter da Universa Amanda Serra com Sônia de Fátima Marcelo da Silva Moura.

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