sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Editorial - Edição 341


Saúde para a saúde

Na primeira quinzena de janeiro o governador Camilo Capiberibe (PSB) reuniu técnicos do governo e a imprensa para anunciar medidas que possibilitaram uma melhoria significativa no setor mais nevrálgico do Estado. A saúde.

São informações alviçareiras que anima a todos em crer que desta vez as coisas vão melhorar para os moribundos que buscam nos hospitais públicos a cura para seus males. O Hospital de Emergência, sempre muito sufocado, receberá investimentos da ordem de R$ 20 milhões, destes cinco imediatamente. Haverá uma ampliação e adaptação da sala de espera do HE. Depois será edificado um anexo por trás do Hospital com cinco andares. Por hora resolverá o problema.

Aquisição de equipamentos, construção de uma maternidade de parto natural para desafogar a Mãe Luzia e investimento também na rede do interlã. São sim medidas positivas que enche de esperança a sociedade. 

O governador Camilo não deu boas novas só para a saúde. O setor primário tão insipiente e incipiente recebeu recursos através do Programa de Transferência de Renda para Agricultura Familiar. Convênios foram assinados com associações de agricultores com o fito de financiar, imediatamente 134 casas de farinha, mecanizadas o que poderá minimizar a falta de produto no mercado da capital.

Só casa de farinha não resolve, mas os passos são dados um de cada vez. O setor primário amapaense, todos sabem, e, os bons técnicos do governo que militam no setor sabem muito mais, que a agricultura precisa de mais, de muito mais.

O governador Camilo Capiberibe tem feito alguns investimentos positivos, mais a maior crítica dos analistas é a falta de uma ação coordenada, planejada para que o Amapá pare de viver de esparmos positivos. Evidentemente que problemas estruturantes são heranças malditas, que não podem e não devem ser negligenciadas. 

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