Hoje pela manhã, o pleno do Tribunal de Justiça do Amapá negou o pedido de excessão proposto pelo Ministério Público Estadual contra o desembargador Constantino Brahuna. O pedido fundamentava-se em uma declaração do desembargador feita em uma reunião do Conselho da Amprev, em 2010. Com a negativa do Tjap, Brahuna segue na relatoria do processo do deputado Moisés Souza, acusado pelo MP de promover atos de corrupção na Assembleia Legislativa do Amapá.
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