Pioneirismo
“Quando aqui chegamos, o Azevedo Costa, estava em campanha para a prefeitura de Macapá, o apoiamos e ele chegou a prefeitura. Alcindo começou a participar da política local. Fez amizade muito íntima com o então governador Comandante Aníbal Barcellos, que o tinha em grande apreço”. Alcindo (falecido) e Antonia Abdon.
Esta semana estamos trazendo para os leitores da editoria de Pioneirismo do Tribuna Amapaense, a história de um casal que veio para o Amapá na década de 70, com intuito de esquecer a política partidária paraense. Eles são Alcindo Alexandre Abdon (falecido) e Antonia Furtado Abdon, 88 anos. Paraenses de nascimento, Alcindo e Antonia têm uma história peculiar dos amazônidas. Ela nascida em Belém e ele em Chaves, município marajoara, se encontraram por simples decisão do destino.
Quem nos conta a epopeia dos Abdon é a viúva Antonia Furtado. “Meus pais foram trabalhar em Chaves, ele carpinteiro, porque a situação econômica em Belém estava em crise. Eu permaneci morando com uma tia, mas, meu pai resolveu que eu deveria ir para a cidade com eles. E lá chegando, com 13 anos de idade, conheci o Alcindo, filho de comerciante abastado do local. Para o casamento acontecer foi um pulo. Desse casamento tivemos 12 filhos. Hoje temos 28 netos, 18 bisnetos e 6 tataranetos”.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
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