Ruins de gestão, bom de propaganda
Pouca coisa pode ser descoberta ou
inventado no mundo materialista. O homem aperfeiçoa as coisas que estão prontas
há séculos, centenas ou dezenas de anos. O Império Romano que dominou o
ocidente e boa parte do oriente deixou um legado de como se mascara uma
realidade ruim para o povo, “a política
do Pão e Circo”. Uma saída encontrada pelo imperador Otávio César que
governou Roma de (27 a.c / 27 d.c) para empanar o caos social do império (falta
de emprego e superlotação das cidades etc.). Qualquer semelhança com o Amapá do
Camilo é mera coincidência.
Em tempos mais atuais, o ministro da
propaganda Nazista, Joseph Goobels desencadeou uma campanha difamatória contra
os Judeus, atribuindo a este povo a responsabilidade pela crise econômica, que a
Alemanha do pós-guerra vivenciava. O resto da história todo mundo conhece.
Prevalecia na teoria dos nazistas a massiva e ostensiva disseminação da mentira,
em todos os veículos de comunicação. Assim, pensavam eles, a mentira fatalmente
seria assimilada pelos alemães, infelizmente estavam certos.
É atribuída a Mussolini, o líder do fascismo
na Itália, a teoria de que uma mentira contada mais de vinte vezes vira
verdade.
Os exemplos ocorreram em épocas
distintas, porém verdadeiros e que são utilizados até nos dias atuais.
Simpático ao “modus operandi” do
nazismo Capiberibe aplica a teoria Goobels. Foi flagrado pela polícia federal
numa Boca de Urna que funcionava num dos Quarteis Generais da campanha
capiberista no bairro Perpétuo Socorro, residência da professora Eunice Bezerra
de Paula. A polícia ao invadir o domicílio encontrou listas de eleitores,
dinheiro queimando na casinha do cachorro e muito material de campanha dele e
da esposa Janete Capiberibe. Todas as provas eram evidentes e cristalinas. Ali
estava se praticando um ilícito eleitoral, popularmente conhecido como compra
de voto. Apesar do “batom na cueca” ele nega o adultério.
Feita a denúncia pelo Ministério
Público Eleitoral Federal, o casal foi aos tribunais e foram condenados. Até
hoje, Capiberibe afirma com convicção absoluta que foi vítima de uma armação e
mais, diz que perdeu o mandato por causa de míseros R$ 26,00. Em todo o
discurso ele enxerta essa passagem da sua vida política se fazendo vítima dos
inimigos políticos. Leiam-se os Borges. São eleitos, pois a crença da inocência
professada por ele acabou por deixar dúvidas na cabeça do incauto eleitor e
seus correligionários por questões óbvias se incumbem de pulverizar essa
mentira ao eleitor.
No império Romano,criou-se os
estádiospara promover as lutas dos gladiadores, verdadeiros deuses para o
espoliado povo que esquecia a fome e a miséria nos dias de lutas. Pois,Otávio César
era ovacionado e em meio às lutas dos brutamontes commúsculos gigantescos e
cérebros esmirrados,eles se matavam para o regozijo da ensandecida plateia que
recebia diversão e comida.Aqui, a exemplo do pai, com um discurso hipócrita,
Camilo Capiberibe se aparelha com apoio do Ministério Público e fazem uma
fiscalização caolha, míope quando se trata de apurar irregularidades do poder
executivo e a Assembleia Legislativa se prostra diante da vontade do ditador,
que por ora, ocupa assento no Setentrião.
Mas, não são experts em gestão
pública e sim em criar bordões. Capiberibe numa estratégia política criou um
programa de governo na ondada Eco 92, encontro mundial que discutiu o futuro do
Planeta. Nesse encontro,foi elaborada uma agenda positiva conhecida como “Agenda
21”. Foi o maior engodo que este Amapá já experimentou. PDSA – Programa de
Desenvolvimento Sustentável do Amapá. Marcamos passo durante oito anos. Camilo
Capiberibe fez uma campanha eleitoral alicerçada em duas mentiras, que pegaram
os incautos eleitores de calça curta. Atribuiu a um dos maiores empresários do
Amapá, Jaime Nunes, a responsabilidade pela ausência de uma Rede de Lojas de
Departamentos do Brasil “Casas Bahia” no comércio do Amapá e que o Amapá tinha
dinheiro o que faltava era gestão.
Passado dois anos e sete meses de
governo Camilo Capiberibe e sua atabalhoada trupe de secretários, não
conseguiram dar norte ao Amapá. Atravessamos o pior caos que a saúde deste
Estado já experimentou, com pacientes morrendo pelos corredores e pelo chão dos
hospitais. Calote sistêmico nos forcedores e prestadores de serviço da saúde;
falta de remédios na Central de Medicamentos; crise com o servidor o público
(médicos e professores) principalmente; recrudescimento da violência, que
redunda no altíssimo índice de mortes violentas e o aumento no número de
assaltos no Estado.
No atual governo os contratos não são
licitados, tudo é feito ao arrepio da lei 8.666. Osprefeitos vão sentindo na
pele a inexperiência de um governador mimado, vaidoso e sem pulso. O Oiapoque
está abandonado pelo Estado. Afirmação feita pelo prefeito Miguel do Posto
(PSB). Camilo Capiberibe, hoje é vítima do próprio bordão que lhe levou ao
Setentrião: “Dinheiro tem falta Gestão”. Desta vez é fato, não é boato. O
último bordão criado pelo Goobels do PSB, é que o governo
de Camilo é vítima da mídia criminosa. Criminosa porque não se curvou aos
acenos financeiros feitos pelas agências de propaganda que assumiram a conta de
publicidade do Estado, com um orçamento polpudo de R$ 14 milhões, conquistado
em mais uma fraude licitatória, marca desse governo de bordões e da “Política
de Pão e Circo”.

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