Editorial
Pensar e agir ou simplesmente calar?
O tempo da política do "por baixo dos panos" ainda está longe de acabar, o que vem gradualmente ocorrendo no País é a publicidade de fatos que revelam o que muitos fazem "por baixo dos panos". Só no governo do PT de Lula, que durou oito anos foram mais de 200 escândalos divulgados em rede nacional praticamente todos os dias. Do mensalão aos dólares na cueca, até fatos de menor proporção, o cidadão brasileiro pôde ver aos poucos a queda da máscara do metalúrgico que se dizia honesto e aos mostrou que não passava ser o que ele mesmo criticava. O problema é que a mesma mídia que derruba, elege e reelege. Olhem a Dilma. Tudo bem que ainda não se topou de cara com um segundo mensalão, mas o lado podre existe. Dizem que o Brasil sendo passado a limpo. Será? Os personagens continuam os mesmos, só mudam o discurso de tempos em tempos para convencer quem não é muito dado ao hábito de pensar. E olha que se esse povo pensasse, muito político que hoje está aí já teria pendurado as chuteiras. Pensar é perigoso e é por isso que o sistema dificulta tudo colocando obstáculos cada vez mais difíceis de transpor, na vida de quem quer andar na "contra mão" ou usar vermelho em "velório". É preciso dizer mais uma vez que "eles" querem manter você pobre, burro e feio. Pobre para poder comprar, burro para poder enganar e feio para não ser notado. Pelas bandas de cá, na "Tucujulândia", nada é diferente. A turma do "debaixo do pano" está no poder, apesar da compra de votos, da cassação, das 35 contas bancárias, das investigações da Operação Mãos Limpas por peculato e formação de quadrilha, do saque milionário na boca do caixa, da farra de passagens... ufa!!!... chega a faltar o fôlego. E eles dão os braços à outra turma, aquela das carteiras de habilitação doadas em troca de votos e que resultaram em um dos mais vergonhosos escândalos já noticiados por aqui. Você com certeza lembra. Tudo é troca de interesses. A Justiça anda a passos cegos, mas anda. Essa gente, apesar de tudo, está aí, no poder. É a latrina e o papel. Mas basta pensar um pouquinho assim. Pensar é inconformar, é não se contentar com a visão do horizonte, e sim, querer saber o que está mais além. Grandes revoluções começaram com um pensamento. Portanto, o que falta? Mantê-los ou sepultá-los? Tudo está em suas mãos.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
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