sexta-feira, 6 de setembro de 2013

ESPORTE

Presidente do Santos anuncia candidatura à presidência da FAF.

Dirigente diz que 'é imprescindível promover mudanças na entidade do futebol'


E. Barbosa
Da Reportagem

O presidente do Santos Futebol Clube, o renomado empresário, Luciano Marba, em entrevista exclusiva ao Tribuna Amapaense anunciou em concorrer à presidência da Federação Amapaense de Futebol (FAF). As eleições acontecem no 2º semestre em 2014.

Tribuna Amapaense - Por que o senhor está se candidatando a presidência da FAF?

Luciano Marba - Colocarei meu nome à disposição para ser avaliado. A proposta é promover mudanças necessárias na federação. O atual presidente, Roberto Góes, vem fazendo um  grande trabalho, mas precisamos renovar. Sei o quanto pode ser injustiçado quem ocupa este cargo.  Mas acredito que dá, sim, para melhorar o futebol do Amapá.


TA - Qual é o tipo de investimento que o senhor pretende fazer na FAF?

LM - Precisamos de um grande plano de marketing na federação que, possa ajudar os clubes. É necessário investir nas categorias de base. Hoje, temos apenas um campeonato Sub-20 e muito deficitário. Temos que ter o Sub -18, Sub-15, o Sub-11. O Sub-20 já é quase profissional, jogadores de 16 anos já atuam em times principais do nosso campeonato.


TA - Qual é o plano para a arbitragem da casa do futebol?

LM - Árbitros e auxiliares precisam ter preparo físico, assim como os atletas, devem acompanhar as jogadas de perto. Tem alguns que estão mais para lutadores de sumô. É preciso investir na formação, para evitar alguns erros que estamos acompanhando.


TA - O que fazer para resgatar a credibilidade do torcedor e voltar às arquibancadas do estádio?

Luciano Marba - Não dá para fazer um grande campeonato sem grandes campanhas publicitárias e promoções, que atraiam o torcedor para o estádio. Além disso, governo e prefeitura prometem ajudar, como aconteceu este ano, o que até aqui não saiu do papel. Temos o Zerão, todo esse tempo numa reforma milionária que nunca acaba. É um absurdo vermos o Glicério Marques, que há pelo menos 20 anos só recebe uma tinta da cor do prefeito que está no poder e nenhuma reforma. O torcedor não vai com a família para um estádio que não tem banheiro.


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