Os dias antes do fim
O que mais podemos esperar desta gestão fracassada que se aproxima do fim com um aspecto decadente? Três anos de inoperância e incompetência galopantes entrando no quarto sem qualquer mudança ou expectativa. Nada foi concebido e executado pela administração atual, que apenas inaugurou o que já existia. Vimos a saúde piorar junto com a educação, que o digam os professores espancados ano passado por reivindicarem seus direitos.
Superfaturamento apontado pelo Tribunal de Contas do Estado, de medicações que combatem o câncer. Para a propaganda nada menos que 28 milhões de reais para fantasiar um mundo que só existe na cabeça do governador e de quem mama nas tetas da situação. Enquanto isso, do lado de cá do muro, o povo amarga dias difíceis apostando na queda da "bastilha". Cansado de tantas mentiras, os resultados negativos da dita "gestão da mudança" são explícitos em pesquisas que mostram uma rejeição digna de ser registrada na história política do Estado.
Ano passado estes registros já antecipavam o que o Ibope confirmou. Até o Duda Mendonça, um dos mais renomados marqueteiros do País, responsável pela eleição de Lula teria dito que não sabe fazer milagres ao ser supostamente convidado para tentar a reeleição do governador Camilo.
Esta semana, mais uma prova do basta apareceu nas ruas. Muros de escolas amanheceram pichados em um claro e extremo sinal de protesto. É o começo do fim atestado todos os dias. É a solitária caminhada para o cadafalso.
A história é cheia de relatos onde o povo foi o responsável pela queda da opressão depois de suportar anos de sofrimento e escuridão. É como se o sentimento reprimido suportasse até o momento exato de explodir. E é exatamente este o sentimento que se percebe nas ruas, nos guetos, na periferia e no centro, no casebre e na mansão. O barulho ensurdecedor de uma silenciosa conspiração popular devidamente legítima que se aproxima mais a cada dia que passa. Viva o povo, viva a liberdade.
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