sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

AVESSO DO AVESSO












por RENIVALDO COSTA

•Piada da semana
A piada da semana foi, sem dúvida, a declaração atribuída ao governador e publicada na Revista Carta Capital, de que as imagens do caos na saúde mostradas pela imprensa amapaense são de hospitais de outros estados. A intenção, segundo Camilo, seria desestabilizar seu governo. Quem acredita nisso?

•Enfim, o contrato!
Desde sábado passado que a empresa Terraplena iniciou oficialmente sua operação em Macapá. A empresa já serviu ao ex-prefeito Edmilson Rodrigues, principal conselheiro de Clécio Luís. Quando na prefeitura de Belém, Edmilson se mudou para um luxuoso apartamento no edifício Saint Laurent, na Avenida Governador José Malcher. Acontece que o apartamento 1902 do prédio pertencia a Mário Sérgio Ismael, sócio da empresa Terraplena, que fazia na época a coleta de lixo de Belém e consequentemente parte beneficiada de um contrato milionário.  Em Macapá, o contrato da Terraplena é superior a 10% de todo o orçamento anual da Prefeitura.

•O beijo gay

Depois do personagem Félix, o beijo gay acaba de entrar para os clichês obrigatórios de novelas ao lado de casamento no último capítulo, gente descobrindo quem são seus verdadeiros pais e protagonistas mais burros do que quem assiste novela. A nova novela das 20h é de Manoel Carlos, o cara que até hoje não conseguiu pensar em uma novela que não tenha uma Helena para suas personagens. Portanto não espere uma história original e inovadora.

•A farmácia 
não reabriu

O prefeito Clécio esperneou, prometeu reabrir, mas a Farmácia Popular continua fechada por conta de uma dívida de R$ 328 reais. Propus uma "vaquinha" da qual participaram os colegas Silvio Souza, Roberto Gato e José Marques Jardim. Conseguimos levantar 415 reais. Pedimos o boleto, mas o prefeito não mandou. Prefere privar pacientes hipertensos e diabéticos de medicamentos baratos e gratuitos. Lamentável.

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CAUSOS & LOROTAS DA POLÍTICA


Ninguém é besta de chamar um governador pelo apelido. Mas nos bastidores do poder ou nas conversas etílicas quase todos recebiam codinomes. Por aqui ninguém sabia, mas o capitão Janary Nunes era conhecido nos meios políticos do Pará como “Napoleão do Tucupi”, apelido que lhe foi dado pelo ex-governador Magalhães Barata.   Amílcar Pereira tinha muito medo de errar e, principalmente, cometer alguma irregularidade que viesse a desabonar seu governo. Essa mania, ou melhor, essa fobia, junto com o fato de ser naturalmente lerdo, retardavam as decisões governamentais. Resultado: Amílcar saiu do governo com o apelido de “Preguiça”. Pauxy Nunes só era tratado por “Xixito” pela Folha do Povo, jornal de oposição, por causa de sua fama de boêmio. José Francisco de Moura Cavalcante, um pernambucano nomeado por Jânio Quadros para substituir Pauxy, tinha um topete parecido com o do Itamar e usava vaselina no cabelo. Simpático, bom discurso, Cavalcante até gostou de ser chamado de “Zé Bonitinho” pelos amapaenses.



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