Ação Jovem-Seguro quer resgatar adolescentes em situação de risco social
A Justiça do Amapá, por meio da Área de Políticas Públicas e Execução de Medidas Socioeducativas do Juizado da Infância, lançou na sexta-feira (28) a 2ª edição do projeto Ação Jovem-Seguro. A coordenadora do Juizado, Stella Simonne Ramos, disse que o programa tem como objetivo principal promover e facilitar a reintegração social de jovens que cumprem medidas socioeducativas, egressos do sistema, e jovens em risco social. São ofertados cursos de capacitação e preparação para atuação no mercado de trabalho.
O projeto Ação Jovem-Seguro firma-se na importância de reinserir adolescentes em conflito com a lei à sociedade para que consigam reintegrar-se de forma satisfatória ao meio social, à vida familiar, à educação e ao emprego, contribuindo para a redução dos índices de violência, aumento da autoestima e promoção de qualificação profissional.
Parceiros
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Amapá (Senai-AP) e o Sindicato Nacional dos Corretores de Seguros (Sincor/AP), parceiros do projeto, vão ministrar cursos profissionalizantes por meio de ferramentas teóricas, práticas e operacionais.
Nesta segunda edição do curso, os adolescentes receberão noções básicas de português; seguro e noções de informática básica, além de orientação profissional. A primeira edição do projeto Ação Jovem-Seguro teve início em setembro de 2013, ocasião em que 25 adolescentes receberam certificados de conclusão do curso, resultando na formação da 1ª turma do projeto.
Projeto Jovem-Seguro
Em abril, a 2ª edição do projeto quer favorecer a integração social, por meio do estudo e da iniciação profissional, de aproximadamente 30 jovens que cumprem medidas socioeducativas, egressos do sistema, e também jovens em risco social.
O desembargador Constantino Brahuna, presidente do Fundo de Apoio aos Juizados da Infância e Juventude (Fajij), disse acreditar que o projeto é uma oportunidade de celebrar uma junção de esforços para promover o desenvolvimento socioeducativo do jovem amapaense. O magistrado ressaltou que vê com muita alegria mais uma realização de um projeto arrojado, ambicioso e ousado.
"Queremos tirar as crianças dessa área da infiltração da criminalidade, e procurar contribuir para que elas obtenham informações educativas, recreativas e procurando ocupar suas vidas com coisas boas e úteis. Elas não devem se transformar em vítimas do crime. É cuidando das crianças e jovens de hoje que estaremos formando os cidadãos de bem de amanhã", reforçou Brahuna. (Da Editoria)

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