O RESCALDO.
O rescaldo é a cão finalista que o
Corpo de Bombeiros faz após um incêndio, principalmente em bens imóveis, cujo
resultado é a elaboração de laudo técnico para múltiplads finalidades, inclusive
conhecer-se a(s) causa(s) do sinistro.
Neste ano que finda e por ser ano
eleitoral, a efervescência política acentuou-se no Brasil e particularmente no
Estado do Amapá, onde a “ posição “ armou-se com a mais covarde arma de
combate entre pessoas – a difamação, a
injúria e a calúnia, todas tipificadas como crime contra a pessoa no Código
Penal Brasileiro.
O incêndio de ofensas morais
dirigidas ao candidato Waldez Góes e sua família, foi de uma sordidez tão
grande que até os militantes ou torcedores da Coligação capitaneada por Camilo Capiberibe, não
titubearam em mudar de opinião. Só os mais ferrenhos defensores da anárquica
administração pública mantiveram-se em suas trincheiras.
É óbvio que numa disputa tão
desigual em todos os sentidos, haja vista o uso da máquina pública; o pagamento
de comunicadores ( não são jornalistas e nem radialistas ) sem critérios ou
qualificação profissional, contratados apenas para macular a honra, a dignidade
e a nobreza do concorrente; o uso indevido ( desvio de finalidades ) de verba
pública; o usos das redes sociais para encobrir identidade; a pressão
psicológica, coerção, o assédio moral e
trabalhista; a pressão familiar como garantia de emprego temporário ( cargos em
comissão ou de comício ), dentre tantas outras
mazelas nojentas e peçonhentas que enodoaram o programa eleitoral gratuito
e os debates entre candidatos, fizeram com que o Estado do Amapá ficasse
incendiado pelo calor de tantas infâmias.
Depreende-se, por mais simplista que
seja a análise que fizermos, que o candidato Camilo Capiberibe estava muito
aquém do cargo público que exercia na função de Governador do Amapá. Se a
atitude de acusar de LADRÃO o oponente Waldez, “ que roubara R$ 1.000.000,00 e
os colocou no bolso” ( fez o gesto textual ) tivesse como origem uma provocação
semelhante, ainda assim sua posição oficial de candidato e GOVERNADOR ( não abdicou do cargo nem da
função ), não lhe permitiam o uso de tamanha falta de equilíbrio emocional ou
de educação política, visto que é um cidadão de nível intelectual, cultura e
conhecimento acima da média alta.
Se
fosse possível apagar o incêndio causado pelos “ AMARELOS “, creio que nem todo
o contingente do Corpo de Bombeiros Militar seria suficiente, caso existisse
fogo ( um dos elementos da natureza, que dizem ser o mais faminto, pois quanto
mais “ comida” lhe é dada, mais faminto fica ).
Vem agora o rescaldo. Que laudo será
emitido e quem o fará?. Pergunte a seus assessores de campanha ou de governo,
Excelência. Veja de não perder a viagem de ida, vez que o tempo, inexorável
inimigo dos perdedores, jamais volta ao ponto de partida. “ Vá com Deus... “
diz a música popular, se você crer Nele.
AS TRÊS JUSTIÇAS DE
WALDEZ.
Na entrevista que deu ao Estado é
Notícia, de 27 do corrente, o entrevistado discorreu sobre vários assuntos
administrativos, econômicos, gerenciais
e políticos entre outros. Mas um que
chamou minha atenção foi o das “ três justiças “ por ele mencionadas, quando o
repórter perguntou-lhe sobre o sucesso de sua campanha e dos efeitos maléficos
de que fora acometido durante a campanha e também das acusações levianas a si
imputadas, ofensivas a sua honra e dignidade da pessoa humana, e quais
providências tomaria no sentido de buscar reparação das acusações.
Como lhe é peculiar, iniciou
buscando a proteção divina e espiritual das quais é extremamente devoto, por
que crê num SER ONIPOTENTE, ONISCIENTE E ONIPRESENTE.
Das três Justiças, a primeira é a de DEUS. Afirmou que tudo que
lhe foi dirigido no sentido de depreciar sua postura política, pessoal,
familiar, honra e dignidade, será julgado à luz da Justiça de Deus,
que pode demorar, mas chegará, e então àqueles
que assim procederam serão julgados e receberão o justo castigo.
A segunda Justiça é a dos HOMENS, o Poder Judiciário.
“ Esta julgará as ações que forem
impetradas em minha defesa “, disse, “ e que provarão o contrário das acusações
que a mim foram imputadas “, confirmou.
A terceira Justiça é a do
POVO. “ Esta é a Justiça imediata,
tempestiva e democrática, por que julga o fato no tempo certo ( eleições ) “,
asseverou. Mais além, “ reafirmou que a Justiça do POVO deu demonstrações
inequívocas de Justiça, resgatando
verdades e opondo-se à tirania, às ações antidemocráticas, perseguições
políticas, pessoais, morais e antiéticas, coercivas, punitivas e difamatórias,
proclamadas aos quatro ventos do território amapaense contra minha pessoa
“.
A sapiência do POVO resgatou a liberdade, a dignidade e
as esperanças de PAZ entre as pessoas,
cidadãos, servidores públicos,
atividade privada e Poderes do Estado. Haverá, doravante, um Novo Amapá, não
exclusivamente para os amapaenses, mas para todos quantos aqui residem ou
venham a residir.
Todos podemos cantar bem alto e em bom som o estribilho
do Hino da Independência, com troca da palavra Brasil por Amapá : “ Já raiou a
liberdade, no horizonte do Amapá “.
Completo este artigo invocando uma estrofe da Canção do
Amapá : “ Eia POVO destemido, deste rincão brasileiro.... “.
Para reflexão semanal : “ A liberdade
coletiva é o resultado da participação de um povo, na realização de objetivos
comuns de Paz, Harmonia e Fraternidade “ ( J. Freitas ).
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