quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

ijoma



I Jornada de Humanização, saúde e terminalidade promovida pelo IJOMA discute sobre gestão pública e educação
 


Aconteceu nos dias 28 e 29 de novembro, a I Jornada de Humanização, Saúde e Terminalidade, promovida pelo Instituto do Câncer Joel Magalhães (IJOMA).


O evento contou com a participação de profissionais de diversas áreas, que discutiram o temática no auditório da Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA). “Para melhorar a saúde como um todo, deve-se primeiramente humanizar a administração pública, que vai desde a autoridade máxima, gestores, diretores até o profissional de saúde. A humanização não é apenas o tratar bem, engloba quase tudo, desde a infraestrutura, o simples consertar de um ar condicionado, criando um ambiente propício ao atendimento humanizado”, disse o coordenador administrativo do IJOMA, Marcio Bezerra.

A programação iniciou na noite da sexta-feira com abertura e palavra do presidente da entidade, padre Paulo Roberto. “Vamos discutir essa temática todos os anos. Temos que sair da política partidária e passar para política de humanização. Quem ganha com isso são as gerações futuras. Esperamos que os participantes façam a multiplicação do aprendizado, e que essa multiplicação seja aceita pela parte gestora, onde esses trabalham”, comentou o presidente.
Na sequencia, entrou a palestrante convidada, profa. Dra. Simone Rocha, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com a palestra “A educação nas práticas de cuidado e humanização”.

Profissionais como médicos, pedagogos, enfermeiros, psicólogos e outros participaram das mesas de discussão junto a alguns familiares de pacientes oncológicos. Entre eles estiveram presentes: profa. dra. Angela Ubaiara (UEAP), psicóloga especialista Ivie Zorthea (UNIFAP), profa. msc. Anna Valeska (UEAP), odontólogo e estomatologista, Elvys Cunha (IJOMA), coordenador estadual de humanização, Jordel, promotor de justiça, dr Marcelo Moreira, médico mastologista, dr. Mauro Secco.

É importante ressaltar que nenhum palestrante recebeu cachê pela participação no evento. “Agradecemos a todos que ajudaram a disseminar esse tema. Contamos com esse apoio sempre, para fortalecermos a ideia em nosso Estado. Agradeço também a ACIA, que não cobrou e cedeu o auditório para a realização da jornada”, disse Marcio Bezerra.

Para finalizar, os participantes ouviram palestra sobre espiritualidade, proferida por padre Paulo Roberto. Então, ao som de música popular amapaense, degustaram um delicioso coffebreak oferecido pela Associação dos Panificadores de Macapá e Santana (ASPAMS).

Assessoria

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ARTIGO DO GATO - Amapá no protagonismo

 Amapá no protagonismo Por Roberto Gato  Desde sua criação em 1988, o Amapá nunca esteve tão bem colocado no cenário político nacional. Arri...