segunda-feira, 13 de abril de 2015

NAS GUARRAS DO FELINO



Longe do fim
Quanto mais mexe mais fede. É isso que os gestores atuais estão constatando na administração estadual. É só mexer um pouco na papelada e lá vem mais falcatrua do Camilo e trupe. Roubaram e bem esses malarentos.

Sepulcro
Até agora nem um mísero pio do Camilo sobre o vídeo que ele é flagrado colocando maços de dinheiro dentro de uma sacola. Todo mundo quer saber quem lhe passa e onde é o local da propinagem. Cínico.

Aula de gestão
Waldez Góes e a secretária Goreth Souza estão dando uma banho de gestão de pessoal na turma que desocupou recentemente o Setentrião. A agenda do servidor segue firme e forte com suas rodadas de conversa. Diálogo é o nome da ferramenta utilizada entre o servidor público e o Estado. Eles não aprendem, são ditadores.

Má digestão
O prefeito Clécio na linha de tiro dos mestres do município. Ele afirmou que incorporou a regência ao salário do professor para contemplar os débitos de progressões não pagas. A turma tá chiando barbaridade.

Susto
O Adrimauro Gemaque tomou um susto com endivamento do Estado promovido pelo Camilo Capiberibe. Mais de 5 bilhões, isso sem somar 2014. Detalhe é que o cínico ainda fica cobrando responsabilidade dos outros. Essas dívidas só serão quitadas em 2033. Uma só a quiçá de informação. R$ 1bi e 400 milhões, contraídas em 28/12/2012. Prazo para quitação. 2034.

Cara de pau
O vereador Washington Picanço (PSB) teceu críticas aos 100 dias de Waldez Góes a frente do Estado. Pode Freud! Essa turma não tem cimancol.

Previsão ruim
Jurandil Juarez em entrevista na Rádio Difusora ao falar da conjuntura econômica descreveu um horizonte ruim para economia local. Segundo ele, inclusive, com previsão de demissão no comércio e mais gente fechando porta. Efeito Camilo. Que desgraça se abateu sobre o Amapá.

Fora Clécio
Já existe um movimento nas redes sociais intitulado “FORA CLÉCIO”. Meu amigo, a julgar pelos resultados da primeira gestão é melhor que fique fora mesmo.

Engessado

Governo ainda tenta desmontar a bomba deixada pela gestão passada, programada para explodir agora. Só de obras paradas, são 50, por conta do calote de Camilo, como bem mostrou a edição do Tribuna da semana passada. O jeito tem sido conversar para ver se a coisa anda.

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