Longe
do fim
Quanto mais mexe mais
fede. É isso que os gestores atuais estão constatando na administração
estadual. É só mexer um pouco na papelada e lá vem mais falcatrua do Camilo e
trupe. Roubaram e bem esses malarentos.
Sepulcro
Até agora nem um mísero
pio do Camilo sobre o vídeo que ele é flagrado colocando maços de dinheiro
dentro de uma sacola. Todo mundo quer saber quem lhe passa e onde é o local da
propinagem. Cínico.
Aula
de gestão
Waldez Góes e a
secretária Goreth Souza estão dando uma banho de gestão de pessoal na turma que
desocupou recentemente o Setentrião. A agenda do servidor segue firme e forte
com suas rodadas de conversa. Diálogo é o nome da ferramenta utilizada entre o
servidor público e o Estado. Eles não aprendem, são ditadores.
Má
digestão
O prefeito Clécio na
linha de tiro dos mestres do município. Ele afirmou que incorporou a regência
ao salário do professor para contemplar os débitos de progressões não pagas. A
turma tá chiando barbaridade.
Susto
O Adrimauro Gemaque
tomou um susto com endivamento do Estado promovido pelo Camilo Capiberibe. Mais
de 5 bilhões, isso sem somar 2014. Detalhe é que o cínico ainda fica cobrando
responsabilidade dos outros. Essas dívidas só serão quitadas em 2033. Uma só a
quiçá de informação. R$ 1bi e 400 milhões, contraídas em 28/12/2012. Prazo para
quitação. 2034.
Cara
de pau
O vereador Washington Picanço
(PSB) teceu críticas aos 100 dias de Waldez Góes a frente do Estado. Pode
Freud! Essa turma não tem cimancol.
Previsão
ruim
Jurandil Juarez em
entrevista na Rádio Difusora ao falar da conjuntura econômica descreveu um
horizonte ruim para economia local. Segundo ele, inclusive, com previsão de
demissão no comércio e mais gente fechando porta. Efeito Camilo. Que desgraça
se abateu sobre o Amapá.
Fora
Clécio
Já existe um movimento
nas redes sociais intitulado “FORA CLÉCIO”. Meu amigo, a julgar pelos
resultados da primeira gestão é melhor que fique fora mesmo.
Engessado
Governo ainda tenta
desmontar a bomba deixada pela gestão passada, programada para explodir agora.
Só de obras paradas, são 50, por conta do calote de Camilo, como bem mostrou a
edição do Tribuna da semana passada. O jeito tem sido conversar para ver se a
coisa anda.
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