Escuridão no fim do
túnel
Na redação do TA se ouve o reclame do
editor chefe, crise, esse é o tema em questão. E todos se debruçam...!
Desde a proclamação da república que os
políticos de ‘esquerda’ no Brasil aguçam o imaginário das mentes analfabetas e
nem sempre confiáveis brasileiros, trazendo ideais utópicos de uma sociedade
mais justa, igualitária, dentre outros nobres objetivos, todavia escondendo o
real significado dessas ‘coisas’, daí o motivo pelo qual nunca foi
implementado.
Isso ensejou o golpe em 1964-1985,
período em que apesar dos avanços em todas as áreas do desenvolvimento
econômico e social, estes ‘esquerdistas’ continuaram com a mesma lengalenga da
sociedade ideal, mais justa e igualitária.
Sem saber o que significa, mas por
compreender muito bem que, mesmo roubado da sociedade, o dinheiro é capaz de
comprar, inclusive, falsas biografias oficias (doutores honoris causa), os
movimentos de esquerda no Brasil deram início a sua oposição ao regime militar.
Lendo o mestre Leônidas Corrêia das
Neves, diz o filósofo espanhol Miguel de Unamuno: ‘Estadista é como fogo! Se
tocado queima, mas a uma certa distância é o calor que aquece e a luz que
ilumina’.
O que se espera dizer com isso, é que o
jeito acomodado do brasileiro deixou este momento de crise se instalar.
Se pudéssemos definir a essência do
pensamento social do brasileiro, diríamos que é um típico cidadão niilista numa
espécie de desligamento da realidade objetiva do mundo. Um ser apóstata (homens
de pouca fé), sempre querendo imputar a culpa a alguém por seu infortúnio.
É assim que, com a vagabundagem e
irreverência que lhe é característica, com a ociosidade e a insistência em
descriminalizar a conduta torpe e aventureira, resumindo no substantivo
‘povão’, que o brasileiro típico, ansiosamente, espera por seu redentor. Deu no
que deu!
Nas páginas desta edição, redatores e
articulistas abordam esse crucial momento de ‘aperto’ por qual passa o Brasil e
os Estados. Como se chegou a essa condição e os reflexos de mais uma grande
crise econômica.
Boa leitura!

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