sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Editorial - Escuridão no fim do túnel



Escuridão no fim do túnel


Na redação do TA se ouve o reclame do editor chefe, crise, esse é o tema em questão. E todos se debruçam...!
Desde a proclamação da república que os políticos de ‘esquerda’ no Brasil aguçam o imaginário das mentes analfabetas e nem sempre confiáveis brasileiros, trazendo ideais utópicos de uma sociedade mais justa, igualitária, dentre outros nobres objetivos, todavia escondendo o real significado dessas ‘coisas’, daí o motivo pelo qual nunca foi implementado.

Isso ensejou o golpe em 1964-1985, período em que apesar dos avanços em todas as áreas do desenvolvimento econômico e social, estes ‘esquerdistas’ continuaram com a mesma lengalenga da sociedade ideal, mais justa e igualitária.

Sem saber o que significa, mas por compreender muito bem que, mesmo roubado da sociedade, o dinheiro é capaz de comprar, inclusive, falsas biografias oficias (doutores honoris causa), os movimentos de esquerda no Brasil deram início a sua oposição ao regime militar.

Lendo o mestre Leônidas Corrêia das Neves, diz o filósofo espanhol Miguel de Unamuno: ‘Estadista é como fogo! Se tocado queima, mas a uma certa distância é o calor que aquece e a luz que ilumina’.
O que se espera dizer com isso, é que o jeito acomodado do brasileiro deixou este momento de crise se instalar.

Se pudéssemos definir a essência do pensamento social do brasileiro, diríamos que é um típico cidadão niilista numa espécie de desligamento da realidade objetiva do mundo. Um ser apóstata (homens de pouca fé), sempre querendo imputar a culpa a alguém por seu infortúnio.

É assim que, com a vagabundagem e irreverência que lhe é característica, com a ociosidade e a insistência em descriminalizar a conduta torpe e aventureira, resumindo no substantivo ‘povão’, que o brasileiro típico, ansiosamente, espera por seu redentor. Deu no que deu!

Nas páginas desta edição, redatores e articulistas abordam esse crucial momento de ‘aperto’ por qual passa o Brasil e os Estados. Como se chegou a essa condição e os reflexos de mais uma grande crise econômica.

Boa leitura!

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