PROGRAMA DE APADRINHAMENTO AFETIVO
Grupo de trabalho finaliza as
modalidades
Da Editoria
Para concluir os
trabalhos do plano de implantação do Programa de Apadrinhamento Afetivo, a
Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude do TJAP (CEIJ) e os gestores das
Unidades correlatas se reuniram para ultimar os detalhes sobre a metodologia,
pontuar dificuldades, tirar dúvidas e propor sugestões que virão a ser
utilizadas no processo de apadrinhamento. A Coordenadora da CEIJ, desembargadora
Stella Ramos, disse que junto com a sua equipe percebeu que a política de
apadrinhamento nas comarcas de Macapá e Santana e outras entidades divergiam em
suas ideias.
Devido esse fato,
um grupo de trabalho foi formado e uma série de reuniões foram realizadas para
estudar e debater o assunto entre as equipes técnicas. A magistrada destacou
como fundamental ouvir as entidades que participam junto com o Judiciário no
apadrinhamento.
Em cinco encontros
foram estabelecidas as metodologias e atribuições que os órgãos responsáveis
pelos direitos das crianças e adolescentes deverão executar durante a
implantação do programa de apadrinhamento, que pode ser: individual,
empresarial (coletivo), prestação de serviços e o apadrinhamento afetivo, sendo
que este último já é executado, mas deverá sofrer alterações de aprimoramento
na sua disciplina.
O objetivo é
atender as necessidades das crianças e dos adolescentes, podendo ocorrer
através de doações de material para o afilhado, ou com a prestação de serviços
voluntários à criança, com a oferta de serviços relacionados à profissão do
padrinho ou madrinha, bem como propiciar experiências e referências afetivas,
tanto familiares quanto comunitárias, a crianças e adolescentes em fase de
acolhimento no Estado do Amapá.
“Foi importante ouvir os profissionais que há
tantos anos lidam com assuntos relacionados aos menores, o que eles esperam do
programa, e o que deve melhorar para que ele seja mais efetivo. Destaco também
a iniciativa louvável do juiz César Pereira para que a Coordenadoria da
Infância Estadual se manifestasse para todo o Estado, e disso gerou esse ciclo
de reuniões”, informou a desembargadora Stella Ramos.
No último encontro
ficou definido que o Termo de Cooperação Técnica do programa de apadrinhamento
deve ser formalizado ainda no mês de novembro. “Esse projeto belíssimo, construído por muitas mãos, vai gerar
providências da parte da Coordenadoria, e fiscalização da parte do nosso
Judiciário. Estamos reunidos em um interesse onde tem tudo para fazermos um
grande trabalho”, finalizou a magistrada.
Além do CEIJ,
participaram das reuniões os Juizados da Infância e Juventude- Área Cível e
Administrativa, Vara da Infância e Juventude da Comarca de Santana, Promotoria
da Infância e Juventude da Comarca de Macapá, Defensoria Pública (NAECA),
Escola Agrícola Padre João Piamarta, Casa de Acolhimento Marluza Araújo, Casa
Lar Ciã Katuá e Casa da Hospitalidade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário