sábado, 12 de agosto de 2017

BRUNO BELÉM

O que falta para os nossos jovens?

Nobilíssimos,
Para responder o questionamento acima deveriamos começar, não deixando que eles entrassem no crime. Oferecendo uma educação boa desde a infância e um emprego na juventude. É muito mais fácil prevenir do que remediar. E é preciso abandonar a ideia que PIB alto é sinônimo de país em desenvolvimento, pois hoje há muito investimento em tecnologia e em outras coisas que são benéficas ao Estado, porém é preciso que os políticos tenham em sua mentalidade que a educação, por exemplo, abre as janelas do desenvolvimento. Essa ação, portanto, resultará em muitas outras, as quais irão colaborar para tirar os jovens do mundo crime.
Investir mais na educação familiar. A criminalidade pode começar em casa, pela falta de referências que sejam cruciais a formação do caráter dos nossos jovens. Dizer que a educação é tudo, é muito generalista. Tem que haver pontos mais específicos para serem trabalhados.
A família é a base de tudo, desde que esta família sirva de base para a criança, futuro cidadão ou futuro bandido. O que as redes de televisão poderiam fazer, é PRODUZIR matérias sobre o núcleo familiar, suas bases, seus modelos e novos modelos, e ENFATIZAR no que isso repercute na vida psíquica de um sujeito.
Os pais têm de ter domínio dos filhos e acompanhar as suas amizades, ficar atento a qualquer atitude, dar amor, ser amigo. Antigamente os jovens começavam a trabalhar jovens, hoje em dia tem que esperar até os 16 anos, mas para matar e roubar eles só respondem quando fazem 18 anos, então a minha opinião é ocupar suas cabeças com coisa saudáveis, esportes, escola de boa qualidade e a participação da família sempre.
O Estado precisa investir em educação pública de qualidade, revertendo a situação de inversão de valores que se instalou a partir da década de 80 no Estado brasileiro, motivada pelo tráfico de drogas com a visão distorcida dos jovens em ver o crime como uma opção para uma vida prospera (fama e dinheiro), a falência da família ajudou nesse cenário miserável das periferias e favelas do Brasil, só com investimentos pesados na área da educação iremos tirar, dando um novo rumo pra essa juventude, porém a justiça tem que ser severa ao punir, eficiente ao corrigir e ressocializar os infratores de modo a mostrar um futuro promissor que mude o perfil doentio da nossa juventude atual, que busca, mais não acha bons exemplos.
Um programa de educação com integração social que realmente funcione. E leis que venham a punir os criminosos de forma eficiente. Um sistema prisional que não seja faculdade do crime. Ocupar a cabeça e o corpo das crianças e adolescentes com atividades sadias. Formadores de opinião que sejam exemplo de dignidade, trabalho, honestidade. Logico que nesse condicional não se incluem a nata política brasileira que não é exemplo para ninguém.
O jovem não quer ser bandido, ele opta em ser pois é um “emprego” que lhe é oferecido sem exigências curriculares, e com altos rendimentos financeiros de imediato. Se perguntarmos para cada menor o que querem ser, eles naturalmente, a maioria, dirá ser alguém na vida. Também é necessário termo uma justiça que funcione, eles estão entrando no mundo do crime por saber que as Leis deste país são frouxas, nada pode ser feito se eles mesmos não quiserem mudar.
Nossa sociedade deve se alertar quando for eleger os políticos nas eleições futuras e é necessário as famílias realizar um planejamento familiar para evitar uma situação desestruturada, amor e cuidado para com a juventude.

Existe 3 escolas em nossas vidas: - a escola didática, que ensina o bê a bá; - a escola religiosa, onde aprendemos a amar o próximo, respeitar e amar a Deus; - a escola da Vida, o trabalho, as amizades, a independência, a família. (A mais importante de todas). Faltam para os nossos jovens, a família/ escola boa/e religião. Pense nisso!!!

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