Tudo como dantes no museu de Abrantes
ROBERTO GATO
E o Brasil, hem... Galera? É isso mesmo uma fumaça
de mudança parece ganhar corpo por sobre a nossa Pátria. E a fumaça responde
pelo nome de Jair Messias Bolsonaro. Não é uma figura extraordinária, não é mesmo,
porém diante desse quadro “Dantesco” que pintaram o Brasil, ele é o diferente.
Em nosso arraial tudo normal. Factóides sendo
criados para influenciar o eleitor. São as ações tiradas da manga diante de uma
contenda dura, disputada. Mas o povo está esperto, pois o desmascaramento vem a
galope.
Olha; eu esperava mais. O Amapá atravessa de fato
um tempo de mudança. Não dá mais para marcar passo. Precisamos avançar a
qualquer custo. A sociedade amapaense precisa urgentemente de uma saída, e que
essa gere emprego e consequentemente renda. Está tudo precisando de ajuste. A
Câmara Federal deve ter mudança. Pelo menos quatro cadeiras precisam ser
mudadas. O Senado também deve ter mudança. Pelo menos uma cadeira será mudada.
Natural. Um dos Senadores que terminou o mandato concorre ao governo, mas o
eleitor do Amapá deveria experimentar uma mudança conceitual e ideológica.
Vamos aguardar as urnas. No parlamento estadual a mudança é aguardada com maior
avidez, embora os legisladores se esforcem em confeccionar leis que promovam a
isonomia entre os participantes do pleito, a esperteza e a malandragem dos
presidentes de alguns partidos é desafiadora. Os caras usam o fundo partidário
como instrumento de manipulação da eleição. Isso é crime? Se não é, deveria.
Porém na eleição para o governo acredito no que os
meus olhos me mostram. Waldez e Capiberibe devem ir para o segundo turno. O
Waldez por questão óbvia. Fez uma gestão responsável e com extrema paciência
para doar parte do seu capital político e estabelecer um relativa
governabilidade. Avanços na área da gestão e na área fiscal. Obras e concursos
fazem parte do lado positivo desse governo que atravessou uma das piores crises
da história recente do País e o Capiberibe é ainda a emblematização da
ideologia comunista no Amapá. A esquerda pura, que renegou Davi Alcolumbre, que
faz discurso apoiando Nicolás Maduro, exalta sem constrangimento o Chavismo e o
Castrismo. Eleição polarizada? No Amapá também, porém como a força do Randolfe
e Clécio que têm feito um esforço hercúleo para projetar o Davi Alcolumbre
(DEM) nessa peleja. Vamos ver o que as urnas dizem. O que penso, já disse.
Finalizo esse papo com a expectativa de que o
Brasil vai realmente experimentar o extremo da direita. Chega de esquerda e de
centro esquerda. Não fomos a lugar nenhum. Conquistas sociais que custaram caro
para a economia. Queremos a inserção do povo sim, porém com o pé no chão. O
Partido dos Trabalhadores abusou dos ventos benfazejos da economia e gastou de
forma irresponsável, emprestou, concedeu e deu nosso dinheiro. Agora vamos
endurecer o jogo um pouco. Mudar de tática não faz mal a ninguém. As mudanças
abrem sempre uma esperança. Se não der certo. Mudamos outra vez, afinal são
apenas quatro anos. Se der certo, vamos manter por mais quatro. Boas eleições a
todos.
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