GEOBIOLOGIA: COMO LIVRAR-SE DAS ENERGIAS NEGATIVAS DO AMBIENTE
Por Dr. Jarbas de Ataíde
As
agressões e reações da natureza oriundas do meio abiótico (“seres não vivos”) e
biótico (seres vivos) são marcadas por catástrofes, desastres ou fenômenos
naturais que afetam direta ou diretamente, individual ou coletivamente, a
realidade humana. No Amapá milhares de pessoas foram afetadas com as fortes
chuvas, o calor excessivo, os raios, os trovões e mais recente a falta de
energia elétrica (apagão), fato este que já tinha acontecido em 1991.
A
influencia maléficas desses fenômenos na saúde humana é tema de discussão, pois
é previsível e evitável, com exceção quando as energias não são percebidas e
sentidas e nem previstas, provocadas por ondas eletromagnéticas oriundas do
solo, das águas subterrâneas e das emissões solares. Tudo isso é estudado pela Geobiologia,
tendo influencia na arquitetura, engenharia das casas e estrutura urbana.
A
OMS chama isso de “Síndrome do Edifício Doente”, situação médica em que
“as pessoas adoecem sem causa aparente e os sintomas se agravam com a
permanência em certos ambientes”, o que é preocupante nas grandes metrópoles,
onde as pessoas ficam a maior parte do tempo em ambientes fechados. Buscam
explicações médicas e os remédios não fazem efeito algum, e não percebemos que
é o ambiente que pode estar desencadeando o problema.
A
Geobiologia, que é a ciência da interação entre a terra ( geo) e a vida (bio)e
analisa a relação entre o planeta e os seres que a habitam. Pode haver relação entre sintomas
recorrentes no corpo e na mente devido morar numa zona geopatógena, ou melhor,
ambiente contaminado por agentes
químicos, microrganismos no ar condicionado, mobílias com revestimentos
tóxicos, banheiros e telhados inadequados, radiações de aparelhos eletrônicos,
micro-ondas, celulares, computadores.
Nesses
ambientes o fluxo de energia pode estar ausente, excessiva ou estagnada,
contaminando quem vive nele, mesmo sem perceber a causa. Muitas pessoas ficaram
doentes ou apresentaram sintomas e distúrbios por ocasião do apagão no Amapá,
causando reações, mesmo sem eletricidade e no escuro, pois as energias
negativas se acumulam e impregnam o ambiente.
Um
dos primeiros efeitos foram os distúrbios do sono, tema do artigo anterior,
cujo calor excessivo e o escuro prejudicou as etapas do sono reparador. Pode
surgir dores de cabeça, irritabilidade e discussões, brigas, dificuldade
profissional e reação ao estresse. A “medicina do habitat”, como é chamada a
Geobiologia, avalia como os ambientes podem influenciar a nossa saúde,
melhorando-a ou prejudicando-a.
As
“condições atmosféricas e geológicas (magnetismo, fraturas no solo, águas em
percolação), aspectos arquitetônicos e as radiações advindas da tecnologia
(rádio, TV, celular, micro-ondas) estão presentes no cotidiano contemporâneo.
Os recursos para correção das energias e o diagnóstico ambiental dependem muito
da sensibilidade do operador, que usa ferramentas que lhe dão informações da
situação de sobrecarga/fluxo de energia, que é papel da Radiestesia.
Tanto
a Geobiologia quanto a Radiestesia não estão incluídas nos moldes da
ciência tradicional universitária, pois exige sensibilidade e percepção, que
fogem do modelo hegemônico vigente, diz a arquiteta Aline Mendes. Mas é
estudada em países como Alemanha, Espanha, França e Suíça, sendo pouca difundida,
na opinião dos especialistas, por contrariar interesses econômicos. (< www.alinemendes.com.br> ).
Os
terrenos e habitações já erigidas podem ser avaliadas quanto às emissões
radioativas e eletromagnéticas, que possam interferir negativamente na saúde
dos ocupantes e sua construção. Sua aplicação esta voltada para a qualidade do
ar, a correta utilização das emissões energéticas, a qualidade da iluminação, a
escolha adequada dos materiais e o impacto ambiental que podem causar, o que muitas
vezes são ignoradas.
As
grandes construções alteram o ambiente pela terraplanagem, sobrevindo
alagações, deslizamentos e erosões, isso sem contar com outras forças negativas
que vão afetar a sanidade da construção e saúde do ocupante. Fontes: < www.alinemendes.com.br>
e < www.domoterapia.com.br>
. 23.11.2020.
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