sexta-feira, 4 de maio de 2012

CTMac: Mil vagas são ofertadas para Mototaxistas Auxiliares

por Fabiana Figueiredo

Com o objetivo de oportunizar a regularização dos mototaxistas clandestinos, a Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá (CTMac) está ofertando vagas para "mototaxistas substitutos". Esse trabalhador tem que se inscrever passar por treinamento (ministrado por conta do Sest/Senat), pagar as taxas cobradas e se credenciar para o serviço de transporte. O mototaxista auxiliar se associa a um mototaxista legalizado que já tem a moto e a placa, devendo substituir o titular nas folgas. 

O presidente da CTMac, Carlos Sérgio Monteiro, explica que existem muitos mototaxistas clandestinos, eles não recebem nenhum direcionamento legal sobre seu trabalho, "Ele não tem responsabilidade em tese com essa vida que  está transportando" e, muitos  têm até um segundo emprego, como um policial, por exemplo. "Nós procuramos essa alternativa, porque temos uma situação de grande número de clandestinos em Macapá", afirma Carlos Sérgio.

Como muitos mototaxistas têm uma jornada muito longa de trabalho, chegando até 20 horas por dia, a CTMac está proporcionando essas novas oportunidades de emprego para a população macapaense, com o objetivo de amenizar essa jornada cansativa, mas que ajuda a sustentar as famílias. 

Legalização
Ano passado, cerca de 800 mototaxistas se legalizaram, aumentando a quantidade total para aproximadamente 1500 mototaxistas em Macapá, provocando uma maior segurança no transporte motociclístico, pois estes passam por treinamento, e acabam ofertando à população um maior conforto e credibilidade. Como forma de estimular a legalização do transporte clandestino, a Companhia de Trânsito e Transporte de Macapá convoca os interessados e quem tiver dúvidas à irem na instituição.

Fiscalização
No dia (02) foram apreendidas quase 70 motocicletas praticando o transporte clandestino em Macapá. O que mostra que a fiscalização está ativa: quem insistir em continuar na prática clandestina pode ser surpreendido a qualquer momento pelas blitzes e ter o veículo recolhido, além de estar sujeito a prisão por exercício ilegal da profissão.

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