sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Infância e Adolescência
Socioeducandos do CESIN recebem visita da magistrada

Da Editoria
 
SERVIDORES DO JUSTIÇA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA
Com a criação do Juizado da Vara da Infância e Juventude da Comarca de Macapá, que dividida em três áreas, o de Políticas Publicas e Execuções de Medidas Socioeducativas, que tem como titular ajuíza Stella Simonne Ramos, está procurando humanizar o atendimento aos menores.

Ela ressalta que eles não gostam de conversar com a autoridade judicial e é esse o principal objetivo da ação que ora vem realizando, através de visitas de atendimentos aos socioeducandos do Centro de Educação Socioeducativo de Internação (Cesein)

Através dessas visitas que são acompanhadas por defensores públicos, a magistrada teve a possibilidade de ouvir as dúvidas e questionamentos dos socioeducandos, ali internados. Os atendimentos fazem parte das ações do judiciário junto ao Cesein para que o socioeducando possa contribuir para a melhoria dos serviços na unidade de internação. “É um trabalho lento, a maioria dos adolescentes não quer conversar com o juiz. Por isso, é preciso muita paciência e trabalho. Não tenho dúvida que em breve vamos colher bons resultados”.
A magistrada Stella Simone Ramos também interagiu com a diretora da instituição Inailza Barata para propor mudanças. Segundo Inailza o fato está relacionado para saber o andamento dos processos de cada pessoa, ali internada, bem como, ouvir dos jovens questionamentos que melhorem a convivência entre eles.
As demandas são repassadas a coordenação do Cesein e a direção da Fcria, sobre as reclamações a respeito do que é solicitado. Ou seja, nesta visita foi requerido melhorias em um dos alojamentos. Sobre este caso, a presidente da entidade afirmou que já está tomando providências, além de melhorias na alimentação.
A magistrada disse ainda, que o principal objetivo da ação é levar um atendimento justo e humanizado aos menores. E, além disso, propiciar ao juiz o profundo conhecimento dos processos de sua competência, garantindo assim, provimento jurisdicional conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).  “Essa visita foi totalmente fora da rotina. Uma visita diferente daquela que o juiz tem que fazer. O objetivo aqui é ouvir o menor”, explicou a juíza.




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