

Leylianne Ramos – Karateca
Reinaldo Coelho
O esporte sempre se
apresenta como reabilitador e de superação de quaisquer dificuldades físicas ou
psicológicas do ser humanos. Uma das
qualidades do esporte reflete-se no termo superação, onde o esporte pode ser
visto em diversas áreas do cotidiano do ser social.
Logo, pode-se perceber
que esses envolvidos precisam apenas de mais um incentivo, mais uma palavra de
apoio, para que possa se concretizar o poder de reação de um indivíduo, que
momentaneamente estava perdido e de repente supera-se, sejam suas dificuldades
físicas ou mentais, quer seja dentro do esporte em busca pela vitória, ou no
seu cotidiano em situações problemáticas.
Compreender melhor a influência do esporte na
vida das pessoas e até que ponto o esporte é capaz de motivar um indivíduo a
superar seus limites (esportivos, físicos, psicológicos, sociais), e os fatores
e influências que moldam os hábitos dos indivíduos presentes nesse âmbito.
Para a nossa atleta de
ponta da semana, Leylianne Ramos, que nasceu com apenas uma das mãos em virtude
da possível incompatibilidade sanguínea dos pais, tinha vergonha ainda quando
criança, mas também demonstrava se adaptar as dificuldades com certa
facilidade.
Porém o olhar técnico
do sensei Leyliel Santos, pai e mestre de Caratê e que ministrava aulas em um
projeto social que lhe deu o que faltava, o incentivo.
E somente há dois anos ele viu a filha com o
quimono e iniciando os treinamentos. E não parou mais e vem colecionado vitórias e medalhas, no Karatê e na vida. A mãe, Elinalva Cardoso uma das
maiores torcedoras da filha conta que da facilidade da atleta em se adaptar e
superar os obstáculos com facilidade. “Sempre foi muito obstinada e quando
queria alguma coisa só sossegava quando conseguia. A gente, de certa forma, se
surpreendia muito com ela, até porque tínhamos uma preocupação. Mas com o tempo
ela provou que não tinha obstáculo para ela”.
Leyliane já concluiu o
ensino médio e pensa um dia cursar administração de empresas, já que também
ajuda a família nos negócios da academia. Faixa verde de caratê, a menina
afirma que pega pesado nos treinamentos e não teme as adversárias.
Recentemente, ela conquistou o primeiro lugar na Copa Nakayama de Karatê na
modalidade kata. A velocidade na aplicação dos golpes impressiona até mesmo o
pai, que também é o técnico da jovem.
A Karateca já se
prepara para disputar em maio de 2015 o campeonato regional, que vai ser
realizado no Amazonas: “Acredito que no regional, vou ter adversária. Por
enquanto, vou me recuperar de uma pequena lesão no tornozelo e até lá vou estar
cem por cento. Acho que conseguirei ter uma boa participação lá”, acredita.
Bolsa
atleta
Em outubro, a menina
pretende disputar o Campeonato Brasileiro, em Brasília (DF), onde irá buscar
ficar entre as três melhores colocadas para pleitear o benefício bolsa-atleta,
concedidas pelo Governo Federal para ajudar atletas em treinamento.
Ainda tímida e com
poucas palavras, “Lelê” conta que sonha, quem sabe, disputar um mundial da
modalidade. Para isso, ela diz já terá receita. “ Treinar, treinar e treinar.
Sei que seria algo muito difícil, mas quem sabe consigo. Por enquanto, vou
dando os Gyaku Tsuki nos campeonatos para melhorar cada vez mais. Espero um
dia, conseguir meu sonho”
Em
outubro, a menina pretende disputar o Campeonato
Brasileiro, em Brasília (DF), onde irá buscar ficar entre as três melhores colocadas
para pleitear o benefício bolsa-atleta, concedido pelo Governo Federal para ajudar atletas em treinamento. Geyso
Ramos, presidente da Federação Amapaense de Karatê (FAK), afirma que a jovem
promessa está no caminho certo.
Brasileiro, em Brasília (DF), onde irá buscar ficar entre as três melhores colocadas
para pleitear o benefício bolsa-atleta, concedido pelo Governo Federal para ajudar atletas em treinamento. Geyso
Ramos, presidente da Federação Amapaense de Karatê (FAK), afirma que a jovem
promessa está no caminho certo.
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Acredito que se ela continuar conquistando os resultados
positivos, não vai demorar para conseguir o bolsa-atleta – afirmou.
positivos, não vai demorar para conseguir o bolsa-atleta – afirmou.
Ainda
tímida e com poucas palavras, “Lelê” conta que sonha,
quem sabe, disputar um mundial da modalidade. Para isso, ela diz já ter
a receita.
quem sabe, disputar um mundial da modalidade. Para isso, ela diz já ter
a receita.
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Treinar, treinar e treinar. Sei que seria algo muito difícil,
mas quem sabe consigo. Por enquanto, vou dando os Gyaku Tsuki nos campeonatos
para melhorar cada vez mais. Espero um dia, conseguir meu sonho – finalizou a
atleta.
mas quem sabe consigo. Por enquanto, vou dando os Gyaku Tsuki nos campeonatos
para melhorar cada vez mais. Espero um dia, conseguir meu sonho – finalizou a
atleta.


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