sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Infância e da Juventude

Juizado da Infância e da Juventude ganha Prêmio ANU Dourado com o Projeto “O som que liberta”



O Juizado da Infância e Juventude de Macapá - Área de Políticas Públicas e Execução de Medidas Socioeducativas- ganhou o Prêmio ANU Dourado (categoria estadual) por meio do projeto “Som que liberta” como reconhecimento pelas ações desenvolvidas para a inclusão social de crianças e adolescentes através do meio musical.
O prêmio ANU, que faz menção ao pássaro de tonalidade preta escolhido como símbolo de rejeição ao preconceito, foi criado pela Central Única das Favelas (CUFA) e tem a finalidade de identificar e reconhecer publicamente iniciativas de instituições, fundações, ONGs, empresas, indivíduos, governos, universidades e afins, que sejam voltadas para a busca do equilíbrio social e cultural brasileiro.  
O projeto  “O Som que Liberta” é uma parceria do Juizado com a Associação Educacional e Cultural Essência e a Fundação da Criança e do Adolescente. Tem a finalidade de orientar, proteger e diminuir a reiteração de atos infracionais; além da melhoria do convívio comunitário através de práticas sociopedagógicas e por meio da Orquestra Essência.
De acordo com a Assistente Social do Juizado da Infância e Juventude, Solange Mira, para alcançar o prêmio Anu Dourado o projeto passou por duas etapas e agora está concorrendo a 3º etapa, em busca do prêmio Anu Preto, onde serão escolhidos três melhores projetos nacionais.
“O Juizado venceu a 1º etapa do prêmio, por ter sido escolhido como uma das cinco ações de maior destaque no Estado. A escolha da instituição se deu pela avaliação de colaboradores e representantes da CUFA. A 2º etapa do prêmio foi vencida através do maior número de voto popular online no site oficial do Prêmio Anu, proporcionando ao Juizado da Infância e do Adolescente o prêmio ANU Dourado, como melhor projeto de interação sociocultural”. 
Para a juíza Ilana Kabacznik Luongo, do Juizado da Infância e Juventude, iniciativas de inclusão social dos jovens de periferia devem ser reconhecidas, ressaltadas e estimuladas como são feitas pela CUFA. 
“Estamos felizes por ter vencido essa duas etapas e as expectativas são as melhores na busca pela terceira. No entanto, mais importante é oferecer novas oportunidades às pessoas que precisam. É satisfatório ver esse trabalho da CUFA. Há um incentivo na busca por mostrar as reais necessidades de quem precisa, e mostrar como projetos bem desenvolvidos podem garantir a igualdade, o desenvolvimento social e a valorização da vida humana”, finalizou a magistrada. 
As estatuetas estaduais e nacionais do Prêmio ANU, representadas pela escultura do pássaro Anu em dourado e preto serão entregues no dia 9 de dezembro aos representantes dos projetos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. 


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