Cinismo político
Essa corrente filosófica grega,
criada por Atistenes, discípulo de Sócrates defendia uma forma de vida de
acordo com a natureza, despojado dos vícios de uma sociedade materialista.
Porém o cinismo no início do século XIX ganhou um sentido bem diferente da filosofia
grega e os cínicos passaram a ser classificados como alguém que vive sobre a
descrença da sinceridade ou da bondade dos motivos humanos.
Hoje no século XXI e
consequentemente e, principalmente, pela morte da filosofia cínica de Atistenes
a prevalença conceitual da palavra que chegou aos dias atuais foi o da ausência
de caráter, da mentira deslavada e da condução de uma vida pautada na mentira e
na destruição de reputação. Hoje a política amapaense a família Capiberibe
encarna esse modus de vida, pautada no cinismo na sua forma mais deletéria.
Quanto assistimos essa família
Capiberibe que ainda, infelizmente, detém mandato nesse estado ir para mídia,
como se nada devessem a sociedade amapaense, cobrar respostas e posturas morais
e éticas da administração pública fica inexoravelmente comprovado que são uns
cínicos. Falam o que não fazem e fazem o
que não falam.
O Amapá atravessa uma das mais
graves crises administrativas de sua história. O Estado foi pilhado por uma
gestão perdulária, corrupta e irresponsável comandada pelo rebento do casal
João Alberto Rodrigues Capiberibe e Janete Capiberibe. Camilo Capiberibe.
Esse “cidadão”, um homem que
pelas atitudes demonstra ser mimado, inexperiente pela excessiva proteção dos
pais que não permitiram que ele trabalhasse e experimentasse suar a camisa para
sustentar-se. Mas ao invés do grupo político e familiar dos Capiberibe realizar
uma introspecção sobre a desastrosa e deletéria gestão patrocinada por esse
senhor, o que fazem? Se revezam nas redes sociais e nas mídias pagas para
vomitar inverdades contra a administração pública e fazem cobranças, que seriam
legítimas, não fossem maledicentes e vocacionadas a confundir a opinião
pública. Fruto do cinismo na acepção do termo originado no século XIX.
O administração foi maldosamente
conduzida para deixar o estado em situação de extrema dificuldade.
Endividamento, contratação de serviço ilegalmente e sem cobertura financeira,
infringência da Lei de Responsabilidade Fiscal, calote nas empresas
terceirizadas, inadimplência com convênios federais e destruição proposital da
estrutura física da administração, apadrinhamento de empresas e etc.
O Amapá hoje está caminhando com
as dificuldades naturais de quem sai de uma hecatombe. O povo em pressa e
necessidade de respostas velozes do Poder Público Estadual, porém percebo que o
povo que disse não ao cinismo político dos Capiberibe haverá de contribuir com
sua paciência para aguardar o sentar da poeira e o desatamento dos nó górdios
para que as coisas voltem a se normalizar nesse Estado.

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