Pec Man
O
deputado Vinicius Gurgel parece o Pec Man da política, tamanha é a voracidade
com que acumula partidos políticos. Sob seu comando já estão PR, PRB, PHS e
PRTB. Agora investe, via deputado André Abdon, para abocanhar o ninho dos
progressistas. E olha que o PP tem o Senador Papaléo como presidente. Isso vai
dar rolo.
Espinha de garganta
O
vereador Diego Duarte foi eleito para presidir o Diretório Municipal do PP até
2017. Se André Abdon assumir o PP no Amapá, deverá engolir essa espinha que
deverá lhe atravessará a garganta. Ou eles compõe? Dizem que a política é a
arte de conviver com os contrários.
De olho
Edinho
Duarte não esconde de ninguém a vontade de retornar a ALAP, na condição de
deputado, lógico. E ele não quer aguardar quatro anos e voltar pela via do
voto, quer a cadeira do faltoso Augusto Aguiar. Segundo Edinho Augusto tem 43
faltas injustificadas e isso, segundo o Regimento Interno, implica em pena de
cassação. Estamos de olho no imbróglio.
Mentiras frescas
Como
Batman e Robin, a dupla psolista continua com a sanha de mentir na gestão
municipal. Desta feita, “um dos políticos mais influentes do Brasil”, kkkkkkkk,
Randolfe Rodrigues, diz que vai liberar recursos do Ministério das Cidades na ordem
de R$ 122 milhões. Menos, mentira fresca. É empréstimo e a conta vai pro bolso
do contribuinte. Detalhe: mais uma vez o lastro é os parcos recursos do FPM.
Chegada a hora
Edinho
Duarte anda feliz da vida e o motivo é simples: está tendo a oportunidade de
provar sua inocência sobre as acusações que o Promotor Afonso Guimarães e Ivana
Cei lhe imputaram. Diz que chegou o momento de provar que foi vítima de
acusações levianas. Quem viver, verá.
Insustentável
Uma
conversada vasada do vice-presidente, Michel Temer (PMDB) e um empresário dão
conta de que o Pemedebista está cada dia mais longe do Planalto. Admitiu que se
até o final do ano a Presidente não recuperar o prestígio, não sobreviverá a
pressão das ruas e do Congresso. Na arquibancada e torcendo para ela cair.
Escreveu não leu...
A
regra na 102,9 FM está assim: escreveu não pagou..., rua. O grande Carlos
Lobato enfrentou uma dificuldade para entrar no estúdio nesta semana. Teve que
enfrentar o espírito judaico de Gonçalo Borges. É a lógica do capital, nenhuma
empresa sobrevive de brisa. Nem o TA.
Né, mano?
O
Mano usou a cabeça. Saiu de debaixo do sol causticante que queimava imagem dele
e entrou numa sobra de água fresca e céu azul. Né mano?
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