Capitão
Açaí
Super-herói
da Amazônia em mais uma missão
O
herói amazônico retornou ao Amapá e as páginas do Tribuna Amapaense onde reinou
durante quase dois anos, contando suas aventuras e irradiando seu poder
conseguido pelo Açaí. O Capitão Açaí é
uma leitura para as crianças e também para os adultos que mantêm viva a criança
interior.
Reinaldo
Coelho
O mais recente lançamento da
revista do Capitão Açaí ocorreu no sábado, 12 de janeiro, na Biblioteca Pública
Elcy Lacerda. E quem não foi, pode adquirir o seu exemplar nas mãos do autor ao
preço de R$ 10,00 (se o choro for bom, o autor faz um desconto). A produção
artesanal, impressão xerográfica, tamanho A4, 20 páginas, capa colorida e miolo
P&B.
De
mão em mão
Impressão xerográfica e venda de
mão em mão. É assim que o Capitão Açaí chega aos seus inúmeros leitores. O
Capitão Açaí é um personagem criado em Belém que vive em Macapá, junto com seu
criador, o cartunista Ronaldo Rony, há 21 anos. Chegou a ser publicado em tiras
diárias, em 1996, no jornal A Província do Pará e EM Macapá no Jornal Tribuna
Amapaense e, hoje, aparece em revistas produzidas artesanalmente, com
periodicidade aleatória. O personagem é um super-herói às avessas, nos moldes do
Chapolin Colorado, que desempenha suas missões em meio a muitas trapalhadas.
Superforça
Os poderes do Capitão são
alimentados por uma fórmula infalível: uma cuia de açaí grosso com farinha
baguda. Essa mistura dá uma força fenomenal, mas, com a força, vem também a preguiça
e o sono, que dão o tom engraçado ao personagem e marcam suas histórias.
Sucesso
com a criançada
O Capitão Açaí não foi pensado
inicialmente para o público infantil, mas faz um grande sucesso junto às
crianças. Por isso, o autor Ronaldo Rony, sempre que possível, dá um enfoque
educativo às intervenções do super-herói. O cartunista afirma, filosoficamente:
“O Capitão Açaí é uma leitura para as crianças e também para os adultos que mantêm
viva a criança interior”.
Pelo
açaí raiz
A nova aventura traz o herói
travando uma batalha a favor do açaí tradicional, cujo final você vai saber, claro,
comprando a revista diretamente do autor em algum ponto da cidade em que ele se
encontre. Ajude este super-herói tucuju (e o seu criador) a sobreviver.
Assessoria de imprensa do Capitão
Açaí



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