terça-feira, 20 de agosto de 2019

POLITICA NACIONAL - OS INDICADOS A CHEFIA DA PGR


Veja o perfil dos possíveis PGR da lista entregue a Bolsonaro


Lista tríplice foi enviada ao presidente pela ANPR


O presidente Jair Bolsonaro se prepara para anunciar o próximo procurador-geral da República, que assumirá o cargo no próximo mês. Entre as opções estão os três indicados pela Associação Nacional de Procuradores da República, apresentados no dia 5 de julho.
O presidente não é obrigado por lei a escolher um dentre os três apontados, mas tem sido o padrão. Roberto Gurgel, Rodrigo Janot e Raquel Dodge, por exemplo, foram escolhidos da lista tríplice da ANPR.

Veja abaixo o perfil de cada um dos indicados pela associação.
 
Subprocurador Mário Bonsaglia Foto: Divulgação/ANPR

MÁRIO BONSAGLIA
O subprocurador Mário Bonsaglia foi o mais votado da lista. Ele recebeu 478 votos dessa vez, mas já esteve na lista tríplice com Rodrigo Janot e Raquel Dodge. Bonsaglia trabalha no Ministério Público Federal desde 1981.
Sua maior experiência é na área criminal. Bonsaglia é advogado com doutorado em direito pela Universidade de São Paulo (USP).
 
Coordenadora Luiza Frischeisen Foto: Reprodução

LUIZA FRISCHEISEN
Luiza Frischeisen ficou em segundo lugar com 423 votos. Trabalha atualmente como coordenadora da Câmara Criminal do MPF. Ingressou na procuradoria em 1992 e também tem um doutorado em direito pela USP.
Ela propõe mudanças na gestão interna de órgãos vinculados ao MPF e também defende maior apoio ao trabalho de policiais.
– O controle externo da atividade policial poderia estar mais voltado para a qualidade da investigação, para a eficiência dos inquéritos, pensar questões em que você tem baixa investigação pela polícia, mapear a falta de recursos das polícias – declarou.


Procurador do Rio de Janeiro Blal Dalloul Foto: Divulgação/TV Globo

BLAL DALLOUL
Em terceiro lugar ficou Blal Dalloul. Ele recebeu 422 votos. Dalloul é procurador no Rio de Janeiro. Em uma entrevista concedida no dia em que a lista tríplice foi divulgada, ele criticou uma possível escolha de alguém de fora.
– “A lista é boa e democrática. O presidente, tendo a chance de escolher de uma lista, mais do que da indicação de compadrio de um ou outro, tem a possibilidade contribuir para um MP estável, que ajuda a [manter] um governo estável e uma sociedade segura – afirmou, na ocasião.


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