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Mostrando postagens de Março, 2017
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Mais emprego ou precarização? Os possíveis impactos da lei da terceirização que está nas mãos de Temer





Reinaldo Coelho
A terceirização passou no Congresso e agora vai à sanção presidencial. Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (22) a lei que libera o trabalho terceirizado em todas as atividades das empresas e de várias atividades do poder público. Por 231 votos a favor, 188 contras e oito abstenções, a base aliada do Governo Michel Temer conseguiu ressuscitar o texto, proposto há 19 anos pelo Governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e já aprovado no Senado. A nova lei já seguiu para sanção do presidente Temer. Centrais sindicais e deputados da oposição criticaram a medida, dizendo que ela fragiliza e precariza as relações de trabalho e achata os salários. Os deputados da base governista dizem ao contrário e tem coro no empresariado nacional. O imbróglio da nova lei e que vem para preencher um vácuo na regulamentação da terceirização executada no Brasil e que n…

PIONEIRISMO

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Anselmo Guedes, pioneiro da natação no Amapá.
Reinaldo Coelho
Os esportistas amapaenses sempre brilharam no cenário nacional, em qualquer modalidade que se propuseram competir, subiram no pódio. Um dos destaques sempre foi a natação, onde o Amapá desde a década de 40 veio trazendo medalhas e mais medalhas, através de orgulhos nadadores que honraram as cores amapaenses nas piscinas nacionais. O primeiro governo do então território federal do Amapá teve a preocupação ao construir a primeira escola do Amapá, a Barão do Rio Branco, de montar um sistema de preparação física para os alunos, e a juventude da época que tinha ânsia pela prática esportiva, e a válvula de escape era a Praça Barão do Rio Branco, onde se podiam praticar diversas modalidades esportivas (vôlei, basquete, futebol de salão e futebol de campo). Moravam na Macapá antiga que resumia no atual centro da cidade. E ao término das aulas no CA, IETA, GM e CCA, todos se dirigiam à Praça do Barão, onde cada um jogava o esporte de …

CULTURA

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Peça 'Bar Caboclo' 27 anos de encenação em Macapá
Espetáculo está em cartaz nos palcos amapaenses desde o ano de 1990
Reinaldo Coelho
Uma trupe dos mais bem-sucedidos personagens da dramaturgia amapaense está completando 27 anos de apresentação. O Grupo Língua de Trapo tem como diretor o dramaturgo Disney Silva que escreveu a história original da peça campeã de bilheteria no Amapá e entre os seus personagens mais aplaudidos e amado pela plateia estão a 'Verusca', interpretada pelo ator Jackson Amaral, e a 'Caluda', interpretada por Núbia Oliveira. O texto original de Disney retrata as histórias originais que aconteceram no estabelecimento verídico que existia na Macapá antiga e é um dos locais tradicionais do Amapá que nunca foi esquecido graças a essa peça que se tornou ícone do teatro amapaense. O bar Caboclo era conhecido por ser um lugar onde muitas pessoas iam “afogar as mágoas”. O espetáculo conta, com humor, as histórias que aconteceram lá e outras criadas pel…

Artigo do Rei

Visão: A física e a espiritual
Existem dois tipos de visão, a física e a espiritual. A visão física é essa com a qual contemplamos a natureza, admiramos as coisas, enfim nada passa despercebida, aos nossos olhos físicos. Porém existe no mundo espiritual a visão espiritual aonde podemos contemplar as coisas espirituais. Existe pessoa que é plesbita, ou seja, que só distingue nitidamente as coisas ao longe. Os objetos próximos lhes parecem como que através de um véu. Quando lê, coloca o objeto de sua leitura na maior distância possível. O plesbita enxerga melhor uma pessoa ao fundo da rua do que aquela com quem fala. O plesbita espiritual enxerga as coisas futuras antes das coisas do presente. É maravilhoso antevermos o céu, e mesmo estudarmos profecias ligadas ao tempo do fim, mas enquanto temos vida precisamos também contribuir para tornarmos nosso mundo melhor, ajudando nosso próximo ou nossa comunidade. O contrário da plesbitia é a miopia. Os míopes veem claramente o que os rodeia, dist…

BR-156

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BR-156 Pavimentação final – um marco para o povo amapaense
Reinaldo Coelho
A assinatura da ordem de serviço para pavimentação dos 110 km do trecho norte da BR-156, que liga os municípios de Calçoene até Oiapoque, é um ato histórico nas intermináveis obras da rodovia federal, uma das mais antigas do país. Aberta a partir de 1940, a pavimentação começou somente décadas depois, em 1976. A assinatura da ordem de serviço para pavimentação dos 110 km do trecho norte da BR-156, que liga os municípios de Calçoene até Oiapoque, ocorreu na manhã da última segunda-feira (27), no Palácio do Setentrião. Esse passo histórico dado é um avanço rumo à finalização da obra e em direção a interligação de todos os municípios amapaenses e o Amapá ao hemisfério norte, concretizado com a abertura da Ponte Binacional ente o Oiapoque e a Guiana Francesa e é o resultado da articulação do governador Waldez Góes, por meio de negociações bem sucedidas com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT)…

ARTIGO DO Rodolfo Juarez

AREA DE LIVRE COMÉRCIO EM RISCO Rodolfo Juarez A Área de Livre Comércio de Macapá e Santana está correndo o sério risco de ser inviabilizada por uma Medida Provisória adotada pelo presidente da República com força de lei e que institui a Taxa de Controle de Incentivos Fiscais e a Taxa de Serviços em favor da Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa. A Medida Provisória foi publicada no Diário Oficial da União no dia 20 de dezembro do ano passado e logo no art. 2.º ordena queimportação de mercadorias estrangeiras no âmbito da Zona Franca de Manaus, das Áreas de Livre Comércio ou da Amazônia Ocidental deverá ser licenciada pela Suframa para efeito de fruição dos incentivos fiscais por ela administrados. Dois anexos descrevem produtos da cesta básica e os serviços que são prestados nos pátios aduaneiros. No anexo II estão definidos os preços públicos que serão praticados e que, segundo a MP 757/2016, define tributos que serão cobrados para ser utilizados exclusivamente no custeio…

Dia de Campo

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Dia de Campo Agricultor familiar tem acesso a novas tecnologias


Manuelle Tavares
O Amapá experimenta uma mudança de comportamento no setor da agricultura familiar. Quando falamos em roça, plantação de mandioca o que nos vem à cabeça é um colono, sua família, uns com “paneiro” nas costas, outros com enxada nas mãos e todos fazendo um esforço “hercúleo” para plantar a maniva e esperar o ciclo que envolve cuidar dessa plantação e colher. O problema que a produção é sempre menor do que aquele espaço de chão poderia dar ao agricultor se utilizasse técnicas modernas de produção. Segundo os técnicos Daniel Santos de Assis e Sérgio Carvalho de Barbosa, ambos do Instituto de Desenvolvimento Rural (RURAP) afirmaram a nossa reportagem que a produção de mandioca do Amapá atende apenas 60% da necessidade do mercado amapaense, o restante é importado do Estado do Pará. O que significa que enviamos dinheiro para fora do Estado para adquirir um produto que temos plenas condições de produzir em nosso terri…

Guianenses gritam por espaço!

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Guianenses gritam por espaço! O jornal France-Guyane (www.franceguyane.com) publicou em suas manchetes chamadas sobre as barricadas nas estradas, paralisação do transporte e dos hospitais.


Humberto Baia Especial para o TA
Há uma semana a Guiana Francesa esta vivendo em um verdadeiro clima de guerra. No último ano o índice de violência entre os jovens cresceu de uma forma desmedida, o departamento esta em greve geral, entre as reivindicações estão saúde, transporte, agricultura e segurança.  A Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França na América latina. Com população de pouco mais de 400 mil habitantes, nos anos 70 e 80 durante a construção do Centro Espacial em Kourou, que hoje se transformou na Agência Espacial Europeia (ESA), um número muito grande de brasileiros foi atraído pelos altos salários e uma vida melhor. Com o fim da obra muitos decidiram permanecer na Guiana e hoje já estão na terceira geração. A economia na Guiana Francesa é baseada principalmente na pesca e n…